Aterro da Ribeira será fechado, informa Prefeitura

Com uma área de cerca de 40 hectares, que recebe mensalmente 26 mil toneladas de lixo, o Aterro da Ribeira – situado no Distrito Industrial – será fechado até o fim de julho deste ano. A informação foi confirmada ontem pela Prefeitura de São Luís. De acordo com o Poder Executivo Municipal, os resíduos sólidos da capital maranhense serão despejados, a partir do segundo semestre, em um aterro (ou uma Central de Tratamento de Resíduos) administrado por uma empresa privada (denominada Titara) e localizado no município maranhense de Rosário (distante 63 quilômetros da capital maranhense).
Ainda de acordo com a Prefeitura de São Luís, os resíduos sólidos atualmente armazenados no Aterro da Ribeira serão recobertos por uma espécie de camada de argila. Em seguida, será feita uma drenagem dos gases contidos na área do lixão e provocados pelo acúmulo de sujeira, ao longo dos anos.
Entrevistado na tarde de ontem por O Estado, o secretário municipal de Governo de São Luís, Lula Fylho, informou que a decisão atende a determinação do Ministério Público do Estado, com base na política de armazenamento de resíduos sólidos da cidade.  “Todos os pré-requisitos necessários relativos à proteção do meio ambiente e do descarte de resíduos sólidos serão obedecidos neste processo pela Prefeitura”, afirmou.
A empresa São Luís Engenharia Ambiental (SLEA) – que presta atualmente os serviços de recolhimento de limpeza na capital maranhense – permanecerá como a responsável pelo transporte do lixo recolhido nas ruas e avenidas da cidade até o aterro localizado na cidade de Rosário. O secretário municipal de Governo explicou ainda a O Estado que a manutenção do espaço para despejo de lixo na cidade maranhense vizinha à São Luís será feita pela própria Prefeitura.  “Trata-se de uma parceria público-privada em que a empresa citada, neste caso, a Titara, será a responsável pela administração do espaço onde será despejado o lixo a partir do segundo semestre”, disse.
Além de obedecer aos requisitos necessários de descarte de lixo, a Prefeitura justificou a mudança sob a tese de que o novo espaço em Rosário é “mais afastado” dos centros urbanos. Uma das principais reclamações referentes ao Aterro da Ribeira diz respeito ao acúmulo de aves na região, devido ao grande índice de sujeira, o que atrapalharia o pouso e a decolagem de aeronaves (já que o Aterro da Ribeira fica situado a poucos metros do Aeroporto de São Luís).
Compartilhar

Ladrões roubam carro e esquecem loteria premiada

Na manhã de quinta-feira (28), um casal foi surpreendido ao saber que o seu carro tinha sido assaltado, na cidade de Seattle, nos Estados Unidos.
Segundo a NBC, o casal, ao sair pela manhã, notou que alguns pertences que estavam dentro do carro haviam sido roubados, mas depois de toda frustração, perceberam que no final das contas tiveram sorte.
Os ladrões roubaram um óculos de sol, chocolates e algumas moedas que estavam dentro do veículo, mas esqueceram algo muito importante: Um bilhete de loteria que estava premiado.
Para a surpresa do casal, o bilhete esquecido pelos assaltantes no banco de trás do veículo estava premiado em um milhão de dólares.
Compartilhar

Dono de empresa que movimentou R$ 21 mi se apresenta à polícia


O empresário Francisco José Silva Ferreira, proprietário da F.J.S.F Comércio, acusado de movimentar R$ 21 milhões e 402 mil dos quase R$ 34 milhões desviados da Universidade Virtual do Maranhão, entre os anos de 2010 e 2013, apresentou-se na sexta-feira (29), na sede da Superintendência Estadual de Prevenção e Combate a Corrupção. Ele tinha sido o único suspeito cujo mandando de prisão não havia sido cumprido durante a ‘Operação Cayenne’, deflagrada na terça-feira (27) pela Polícia Civil.
Francisco é proprietário de vários empreendimentos, carros de luxos, uma pousada e um imóvel em Barreirinhas. Além dele, por força de mandado de prisão temporária, também foi preso Paulo Giovanni Aires Lima, José de Ribamar Santos Soares, Inaldo Damasceno Correa e Valmir Neves Filho. Todos estão sendo investigados por lavagem de dinheiro, desvio de recursos públicos, formação de quadrilha, entre outros crimes.
Já Paulo Giovanni, além de todos esses crimes, também irá responder por posse ilegal de arma, haja vista que duas pistolas 380 foram apreendidas na residência dele, bem como dois carros de luxos, sendo um Corolla e um Fusion, mas pela consulta ao seu CPF, a polícia identificou que o mesmo já possuiu vários carros caros, como SW4, Hillux e até um Porsche Cayenne, avaliado em aproximadamente R$ 300 mil.
Na residência do suspeito a polícia encontrou, ainda, joias, relógios, que se confirmada a autenticidade podem custar mais de R$ 20 mil cada unidade, e a casa em que reside no Araçagi está avaliada em R$ 2,2 milhões. “O Paulo Giovanni nega o envolvimento no esquema e diz que trabalha no ramo da construção civil, e pontuou que começou construindo e vendendo casas populares e depois entrou no ramo de imóveis de luxo”, destacou o delegado Ricardo Moura, que comanda as investigações.
José de Ribamar Santos, que trabalhou no setor financeiro da Univima, recebendo salário de R$ 2,2 mil, também ostentava negócios superiores ao seu vencimento. Em nome do suspeito, a polícia identificou uma locadora de veículos, com aproximadamente 15 automóveis, entre modelos populares, de luxo e até uma van, que fazia viagens para o interior do estado. José de Ribamar Santos é detentor de mais de 10 imóveis na Região Metropolitana de São Luís, colocados em nome de parentes.
O empresário Valmir Neves Filho é proprietário de várias empresas e recebeu da Univima, entre 2011 e 2012, aproximadamente R$ 12 milhões. Já Inaldo Damasceno Correa, foi identificado como ‘laranja’ do empresário e confessou, em depoimento, que teria recebido da Universidade R$ 770 mil, referente a duas movimentações financeiras no ano de 2011, valor este que teria repassado em seguida a Valmir Neves.
As investigações começaram a partir do resultado de auditorias realizadas pela Secretaria de Estado de Transparência e Controle (STC), que revelaram desvio de verbas públicas, no governo passado. Auditores do Estado realizaram serviços de auditoria na Univima e desvendaram um esquema de desvio de recursos públicos do órgão através de fraude no sistema financeiro do Estado, o Siafem.
O esquema fraudulento funcionava da seguinte forma: os ordenadores de despesa do órgão realizavam pagamentos normais aos credores do órgão, que tinham contratos em vigor e que apresentaram faturas a serem pagas. Depois da emissão das ordens bancárias e de confirmar o pagamento pelo banco, o responsável pelo setor financeiro cancelava o pagamento no sistema Siafem e lançava novo pagamento, dessa vez, para empresas fantasmas, usadas apenas para desviar os recursos públicos.
“Ao receber o relatório de auditoria apontando a fraude, instauramos um procedimento na Corregedoria Geral do Estado para investigar os fatos e depois compartilhamos as provas e relatórios com a Polícia Civil. Ainda não é possível afirmar o envolvimento de servidores de alto escalão, mas a Corregedoria Geral do Estado, vinculada à Secretaria de Transparência, aprofundará as investigações”, destacou o secretário de Transparência e Controle, Rodrigo Lago, ressaltando que um dos compromissos da atual gestão é a transparência e o combate à corrupção.
O secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, destacou o trabalho sério e imparcial realizado pelo governo Flávio Dino no combate ao desvio de recursos financeiros no estado. “A operação visa o combate à corrupção em todas as suas formas. Esses desvios não atingem apenas o patrimônio de forma individual, mas lesa a coletividade. O sistema penal não deve olhar nomes, sobrenomes e cargos. Foi o que foi feito”, pontuou.
Compartilhar

MPF quer proibir quadriciclos no Parque Nacional dos Lençóis

Passeio de quadriciclo nos Lençóis pode estar com os dias contados

Passeio de quadriciclo nos Lençóis pode estar com os dias contados
O Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA) entrou com ação civil pública, com pedido de liminar, para proibir as atividades de turismo com quadriciclos e outros veículos motorizados no interior do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.
A ação foi proposta após representação do Instituto Chico Mendes de Preservação da Biodiversidade (ICMbio) ao MPF/MA. O instituto, que é uma autarquia federal, apurou a existência de exploração irregular de atividades turísticas com quadriciclos dentro do Parque Nacional dos Lençóis, nos municípios de Barreirinhas e Santo Amaro. Após algumas fiscalizações, o ICMbio abordou quadriciclos. Segundo o ICMbio, a prática gera impactos ambientais graves ao Lençóis e é atividade constante, realizada por várias agências de turismo.
O Parque Nacional dos Lençóis é uma Unidade de Conservação Federal, criado por decreto e protegido por lei, não é destinado apenas ao turismo ecológico mas, principalmente, à proteção de espécies da fauna e da flora. Dessa forma, o MPF/MA responsabiliza, além do empresário flagrado, o Poder Público, uma vez que o Detran e o Município de Barreirinhas foram negligentes quanto a fiscalização do uso de quadriciclos em vias públicas, o que, sem os devidos requisitos, é proibido de acordo com o Código Brasileiro de Trânsito (CBT).
Na ação, o MPF/MA solicita à Justiça Federal que o município de Barreirinhas e o Detran/Ma proíbam imediatamente a circulação de veículos tipo quadriciclo em vias urbanas e rurais de Barreirinhas e Santo Amaro, para proteger o Parque Nacional dos Lençóis, que sofre constantemente danos de difícil reparação. Quer também que os agentes públicos divulguem a proibição do uso de quadriciclos em atividades turísticas, vias urbanas e rurais, além de usar o poder de polícia para apreender os veículos encontrados em vias públicas. O descumprimento do pedido acarretará multa diária de acordo com a lei
Compartilhar

NEGÓCIO DA CHINA: CEMAR RECEBERIA R$ 25 MI PARA PAGAR 1/3 DO VALOR DAS CONTAS DO VIVA LUZ

CEMAR Fachada.,...09.07.. (1)

Cemar, dirigida por familiares de Roseana Sarney, era a maior beneficiada com o programa Viva Luz.

O lucro da Cemar (Companhia Energética do Maranhão) com o Viva Luz era maior do que se imaginava. De acordo com o programa criado pela então governadora Roseana Sarney, a empresa era responsável pelo pagamento de apenas 35% do valor das contas do beneficiados. Os 65% restantes eram pagos pelo governo federal, por meio da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE).

Do Marrapá

Em 2015 a Cemar receberia R$ 25 milhões para pagar um 1/3 do valor das contas de energia de 30 mil famílias que consumissem até 50 kwr. O acordo foi fechado em 2014, pouco antes de Roseana renunciar. O programa seria dirigido pelo irmão bastardo da governadora, José Jorge Leite Soares, que entre outras funções na família ocupou a presidência do Instituo Mirante, suspeito de desviar recursos da Eletronorte.

Mas o governo Flávio Dino acabou com a farra. Extinguiu o programa, garantiu que todos os beneficiários fossem contemplados com o pagamento da conta de energia elétrica por meio da TSEE, redirecionou os recursos para a manutenção do Mais Bolsa Família, que atenderá 1,2 milhão de estudantes, e revelou um esquema das arábias.

A Cemar cobra do consumidor R$ 13 por 50 kwr (R$ 0,52 por kwh). Pelo Viva Luz, a empresa pagaria, por cada família beneficiada no programa, R$ 4,55 (35%) e o governo federal R$ 8,45 (65%). Se multiplicarmos R$ 4,55 (valor pago por família beneficiada) por 30.000 (número de famílias beneficiadas) chegaremos ao valor mensal de R$ 136.500 e anual de R$ 1.638.000.

Em suma: o contribuinte maranhense pagaria R$ 25 milhões para a Cemar pagar a si própria R$ 1,6 milhão. Nem o gênio da lâmpada poderia conceder um negócio melhor.

Compartilhar

É de impressionar como o Brasil adora fazer o papel de um país de faz-de-conta.
Há em curso no Congresso Nacional o que todos acham que é uma reforma política.
Balela! Era para ser uma reforma, mas não passará de um remendo. Seria para valer se fosse feita num ambiente de Assembleia Nacional Constituinte para mudar não aspectos conjunturais, mas estruturais das nossas instituições.
Ontem, 28, a Câmara dos Deputados derrubou o instituto da reeleição. Uma festa!
De repente descobriram que a recondução de presidente, governador e prefeito para um segundo mandato é a causa de todos os males da gestão pública, como se antes da reeleição os governos, nos três níveis da federação, funcionavam as mil maravilhas. Compre-me um bode lá da região do Baixo Parnaíba!
Legalidade, moralidade, impessoalidade, publicidade e eficiência são os princípios constitucionais da Administração Pública. Não consigo ver relação direta do comprometimento destes princípios por conta da reeleição. Com ou sem ela teremos gestores vagabundos.
A questão fundamental é o fortalecimento da cidadania através do controle social, participação popular, radicalização da transparência pública e os partidos/coligações, com seus candidatos, terem de fato um PROGRAMA DE GOVERNO a ser apresentado aos eleitores para, uma vez eleitos, colocar em prática.
A reeleição, em sim, nunca foi o problema, até porque em 2012 muitos prefeitos foram reprovados nas urnas e tudo indica que em 2016 e índice de reprovação dos gestores públicos municipais será ainda maior.
Se surgiu de forma totalmente casuística, para reeleger o tucano Fernando Henrique Cardoso, o fim da reeleição é tão ou mais casuística ainda.
Virou a panaceia para uma gestão de qualidade.
Hilário, não fosse ridículo.
Compartilhar

Brechó Solidário supera expectativas de vendas

Com um grande número de pessoas, entre servidores e convidados, teve início nesta terça-feira (26), na Praça do Rangedor da Assembleia Legislativa, a primeira etapa de vendas do Brechó Solidário – projeto social organizado e idealizado pelo Grupo de Esposas de Deputados do Maranhão (Gedema).
Estima-se que que mais de cinco mil produtos foram arrecadados desde o mês de março, quando o projeto foi colocado em ação. Nas araras e prateleiras muitas opções: bijuterias, roupas e calçados – masculinas, femininas e infantil – para os mais variados gostos e tamanhos. Todos em bom estado de conservação e uso, com preços que variavam de 5 a 10 reais.
Para Dra. Cleide Coutinho, presidente do Gedema, o evento é uma oportunidade de despertar a solidariedade das pessoas. “Estou emocionada e feliz com este momento, porque mais do que o valor arrecadado, o que eu penso aqui é acostumar as pessoas a doarem, até porque é pelo pouco se faz o muito, então, eu me sinto recompensada. não só pela presença das pessoas que confiaram na gente comprando, mas também pelos que doaram para ajudar os mais carentes”, acentuou.
De acordo com a presidente, o dinheiro arrecadado com as vendas será revertido em donativos e cestas básicas, que serão doadas para associações, creches comunitárias, asilos, fundações, entre outras entidades carentes e de assistência social.
Já os brinquedos não serão vendidos, mas sim doados diretamente para Casa Sonho Feliz, que atende crianças com AIDS; Secretaria de Ação Social para enviar às crianças tuteladas pela justiça, que sofrem maltratos dos pais; entre outros locais que ainda estão sendo programados.
A vice-presidente do Gedema, Sandra Lima, vê o projeto como a promoção de uma economia solidária. “Esse projeto social veio com a intenção de sensibilizar a Assembleia Legislativa e toda a sociedade para a economia solidária com essa troca de moeda solidária. Muitas peças estavam em desuso agora vão estar em uso por outras pessoas, então, é uma forma de dar oportunidade para outras pessoas. Esse projeto só vem agregar ainda mais nosso trabalho e agente se sente feliz com a rotatividade das pessoas com os nossos produtos”, disse.
O Brechó Solidário prosseguirá nesta quarta-feira (27), no mesmo local e horário, na Praça do Rangedor, às 8h.  No próximo sábado (30), o Brechó acontecerá a partir das 8h, no Clube dos Servidores da Assembleia Legislativa, no Maiobão.
Compartilhar

Dilma abandona o Maranhão: param as obras no Araçagi, na br-135, na refinaria da petrobrás

Não para de crescer a lista de obras com recursos federais que a presidente Dilma deixou paralisar ou acabar no Maranhão.

Além do enterro da refinaria de Bacabeira (Petrobrás) e da suspensão da duplicação da BR-135, também foi paralisada a duplicação da Avenida dos Holandeses (MA-203), que compreende um trecho de três quilômetros entre o Araçagi e o entroncamento com a MA-204, próximo ao condomínio Alphaville.

Era dinheiro do Ministério do Turismo, R$ 31,1 milhões, que foi gasto pela então governadora Roseana Sarney pagando a construtora do Ducol sem que o projeto esteja concluído, conforme mostram as fotos.

A Secretaria de Infraestrutura precisa agir urgente para evitar que o projeto seja enterrado de vez pela enxurrada.

blog Waldemar Ter
Compartilhar

Atendendo solicitação do vereador Roberto Rocha Júnior, Semosp asfalta Rua do Aririzal, Vicente Fialho e adjacências.

Após solicitação do vereador Roberto Rocha Júnior (PSB), a Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp) está realizando serviços de recuperação asfáltica em vários bairros da capital. O parlamentar já havia solicitado ações de melhoria na infraestrutura do bairro Vila Vicente Fialho e região circunvizinha, que contempla principalmente a Rua do Aririzal. Esta rua, a exemplo de outras ruas dos bairros de São Luís, estava em situação bastante crítica devido aos inúmeros buracos que complicavam a vida dos moradores e de todos que precisavam passar pelo local. Em dias de chuva, a situação se agravava, sobretudo, pelo grande fluxo de carros e de ônibus.

Além da Rua do Aririzal, Rocha Júnior também conseguiu junto à Semosp a recuperação das ruas Deputado Luiz Rocha, Coronel Eurípedes Bezerra II, Laerte Santos, Rua Principal e a Avenida Brasil, todas localizadas no bairro Vicente Fialho. Os recursos para recuperação das ruas foram obtidos por meio de financiamento junto à Caixa Econômica Federal (CEF).

Roberto Rocha Júnior, que também é morador do bairro, afirma que a pedido da própria comunidade, já havia encaminhado vários requerimentos na Câmara Municipal solicitando melhorias de infraestrutura para ruas da Vicente Fialho e adjacências. Ele disse que recentemente reiterou o pedido ao secretário da Semosp, Antonio Araújo, para que essas ruas fossem contempladas com os serviços de asfalto que a Prefeitura iniciou nos principais bairros de São Luís.

Além das solicitações feitas na Câmara Municipal, nas reuniões que tive com o secretário da Semosp Antonio Araújo, relatei as dificuldades enfrentadas pelos moradores da Rua do Aririzal, e do bairro Vicente Fialho, devido aos problemas de falta de infraestrutura das ruas. Ele prontamente atendeu o nosso pedido e hoje a comunidade já está sendo beneficiada com o asfalto que começou nessa região, mas que se estenderá para os outros bairros de nossa cidade”, disse.

De acordo com o secretário da Semosp, Antonio Araújo, a pedido do vereador, as ruas que interligam grandes avenidas receberão também nova iluminação e serviços de drenagem.
A reestruturação dessas ruas é uma demanda antiga do vereador Roberto Rocha Júnior, que está sempre buscando levar benefícios para a população de São Luís. Ele solicitou a recuperação delas ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior, e o prefeito prontamente determinou que o pedido dele fosse atendido”, afirmou.

Os trabalhos estão sendo bastante elogiados pelos moradores, que se sentem agradecidos ao vereador Roberto Rocha Júnior por intermediar junto à Prefeitura, os benefícios para a região.

Este bairro sempre foi largado, esquecido pelas autoridades, e hoje, graças a Deus, temos um vereador que nos atende sempre que precisamos, e que está empenhado em resolver os problemas da nossa comunidade”, elogiou a dona de casa, Iraci Freitas Laoné, moradora da Vicente Fialho há 19 anos.

Compartilhar

Lava-Jato: Marido de Roseana Sarney não atende mais ligações de João Abreu

Abandonado por Roseana e Jorge Murad, João Abreu ameaça abrir o bico sobre destino de propina de Alberto Youssef

Abandonado por Roseana e Jorge Murad, João Abreu ameaça abrir o bico sobre destino de propina de Alberto Youssef
Está cada vez pior a relação de João Abreu com o núcleo duro do grupo Sarney. O ex-secretário-chefe da Casa Civil do governo Roseana tem reclamado aos mais próximos que Jorge Murad, por exemplo, sequer atende aos seus telefonemas.
João Abreu foi acusado por quatro delatores da Lava-Jato (Alberto Youssef, Meire Poza, Ricardo Pessoa e Rafael Ângulo) de negociar e receber propina para facilitar o pagamento de um precatório de R$ 113 milhões para empresa Constran.
A denúncia contra João Abreu é considerada a mais contundente e robusta no escândalo. Além de depoimentos, a Polícia Federal tem farta documentação que comprovam o envolvimento dele, como e-mails e vídeos. Ele sabe disso e fez chegar a Roseana o recado de que não pagará pelo crime sozinho.
A Secretaria de Transparência e Controle concluiu auditoria na última semana e encontrou indícios de ter havido crimes como peculato (roubo praticado por servidor público), corrupção ativa e corrupção passiva. O material foi enviado para a Polícia Civil do Maranhão, que conduz um inquérito que investiga a participação de Roseana Sarney na fraude, e para o Ministério Público e a Procuradoria do Estado do Maranhão, para que o acordo com a Constran seja anulado definitivamente.
A Secretaria de Transparência e Controle vai criar nova comissão para individualizar responsabilidades. Nesta etapa, agentes públicos serão chamados formalmente a depor. João Abreu disse que não suportará mais este constrangimento sozinho e ameaça falar o que sabe
Compartilhar