Wellington cobra recuperação asfáltica na BR-135 em Presidente Dutra e entre Santa Rita e Entroncamento

O deputado estadual Wellington do Curso (PP) continua percorrendo os municípios do Estado através do Gabinete Móvel com o projeto: Ouvindo o Maranhão. No último fim de semana, o progressista visitou a cidade de Paraibano, no Leste Maranhense, a 502 quilômetros da capital reunindo uma série de proposições para apresentar na Assembleia Legislativa.
Em seu percurso na estrada, o deputado Wellington se deparou com uma cena nada agradável na BR-135, no perímetro urbano da cidade de Presidente Dutra. Um lamaçal entre crateras que põe em risco a vida de motoristas, motociclistas e até pedestres.
“É uma cena de descaso. Como pode a principal rodovia que corta todo o Estado está em péssimas condições? A BR é uma das principais rodovias que cortam o estado do Maranhão, ao sair da capital podemos observar sérios problemas. O intenso fluxo de carros e a sua infraestrutura ultrapassada são os principais obstáculos que enfrentamos. Com essas condições, se tem horas de engarrafamento, insegurança e precariedade. Por isso, solicitamos que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) no Maranhão realize obras de recuperação asfáltica do trecho da BR-135 no perímetro urbano da cidade de presidente Dutra e evite graves problemas na BR”, disse Wellington.
O deputado Wellington ainda solicitou ao DNIT, que também, realize obras de recuperação asfáltica do trecho da BR-135 do km 080 ao km 090, próximo ao posto da Policia Rodoviária Federal (PRF), no povoado São Francisco, entre Santa Rita e entroncamento.
Wellington concluiu, “Ainda solicitamos que o Superintendente do DNIT no Maranhão, a convite da Assembleia Legislativa do Maranhão, esclareça a atual situação da BR-135, especificamente, dos trechos citados em Presidente Dutra e Santa Rita”.
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Trabalho escravo: uma realidade brasileira

Sete trabalhadores em condições análogas à escravidão foram resgatados no Mato Grosso do Sul no último sábado (28).  Eles trabalhavam com pasto em uma fazenda de criação bovina em Bataguassu, na divisa com o estado de São Paulo, onde eram submetidos a situações desumanas. Os empregados tinham jornadas exaustivas e alojamento precário, o salário era pago por diárias, e não havia registro em carteira de trabalho.

Um dos trabalhadores já estava na fazenda há dois anos. Os outros seis haviam chegado há aproximadamente seis meses. Eles foram localizados a partir de uma denúncia pelo telefone 191 da Polícia Rodoviária Federal.  A operação ocorreu no mesmo dia, em um trabalho conjunto com o Ministério do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho.

De acordo com o chefe de Inspeção do Trabalho da Superintendência do Ministério do Trabalho no Mato Grosso do Sul, Kléber Pereira de Araújo e Silva, os trabalhadores dormiam em um barraco de madeira adaptado para alojamento. Não havia energia elétrica, e o banheiro era um espaço reservado com uma latrina e dois chuveiros.  Além disso, a água consumida tinha indícios de contaminação por esgoto, fezes de animais e agrotóxicos.

Os operários eram recrutados sob a promessa de trabalho digno e direitos trabalhistas garantidos. No entanto, ao chegarem na fazenda, se deparavam com uma realidade diferente. Eles recebiam apenas diárias e alimentação básica. Materiais como papel higiênico, sabão e itens alimentícios diferentes dos incluídos nas refeições eram comercializados por um funcionário da fazenda a valores acima dos de mercado. “Não tinha como eles irem até a cidade fazer compras, por exemplo, por causa da distância. A rodovia mais próxima ficava a 12 quilômetros da fazenda. E de lá até a cidade eram mais 60 quilômetros”, explica o chefe de Inspeção do Ministério do Trabalho.

O que mais chamou a atenção de Kléber na fazenda foi o contraste entre esses trabalhadores e os demais que prestavam serviço na propriedade. “A fazenda tinha oito mil cabeças de gado, era bonita e muito organizada. Os trabalhadores registrados ficavam em alojamentos adequados e com tratamento digno, enquanto esses estavam em situação precária”, relata.

Os trabalhadores resgatados foram removidos para um hotel da cidade, enquanto os proprietários da fazenda ajustam as condições do alojamento. Eles estão tendo as carteiras de trabalho assinadas retroativamente e receberão todos os direitos trabalhistas também retroativamente.  O acordo com o fazendeiro é que, assim que tudo estiver regularizado, os operários retornarão ao trabalho.

Conscientização – como 28 de janeiro era o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, as equipes de fiscalização da Polícia Rodoviária Federal, do Ministério do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho realizaram atividades de conscientização no estado. Foram distribuídas cartilhas para a população explicando o que caracteriza o trabalho escravo e porque ele é ilegal no Brasil.

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Rodoviários ameaçam parar novamente

Rodoviários, os Consórcios Rio Anil e São Cristóvão, que se comprometeram a realizar até a última quarta‐feira (25), o pagamento de rescisões dos fiscais, até agora não cumpriram os devidos acordos. Caso haja nenhum acordo, a categoria deve cruzar os braços novamente. Uma nova reunião está marcada para esta sexta‐ feira (3).

O prazo final, para que os pagamentos ocorressem, foi acertado durante reunião mediada pelo Secretário Municipal de Trânsito e Transportes, Canindé Barros, na própria SMTT. Na ocasião estiveram presentes representantes do Sindicato Patronal, além do Presidente, Isaias Castelo Branco e demais diretores do Sindicato dos Rodoviários. Esse ponto, que até então, parecia definido, também foi comunicado ao Ministério Público do Trabalho.

O Consórcio São Cristóvão era formado pelas seguintes empresas Solemar; Tapajós; Marina; Pericumã; Viação Abreu; Moraújo e São Benedito. Já o Consórcio Rio Anil contava com as empresas Solemar; Gonçalves; Autoviária Matos e Primor. Os dois consórcios foram extintos durante o processo de licitação do transporte público realizado pela Prefeitura de São Luís, mas com nomes diferentes, muitas delas continuam inseridas no sistema ou atuando em outros Consórcios que venceram a licitação.

“Esta situação já está sendo comunicada a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes, Ministério Público do Trabalho, Superintendência do Trabalho e Emprego e Tribunal Regional do Trabalho. Não iremos mais abrir mão, quanto às garantias dos direitos dos Rodoviários. Há uma semana, demonstramos    claramente aos empresários que não estamos para brincadeira e mesmo assim, eles insistem  no não cumprimento de acordos. Como sempre fazemos, aguardaremos o posicionamento da justiça, respeitando o que determina a legislação, mas enfatizamos  novamente,  que  nossa  paciência  esgotou.  Diante  desse     descaso, podemos voltar às garagens sim e retomar movimento grevista no transporte público de São Luís. Na manhã do próximo dia 03, nos reuniremos no MPT e voltar a discutir esse impasse”, revela Isaias Castelo Branco, Presidente do Sindicato dos Rodoviários do Maranhão.

O imparcial

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Racismo no futebol Maranhense gera grave denúncia

Imagem tirada da internet
A assessoria de comunicação do Moto Club de São Luís, time tradicional do futebol maranhense, um dos maiores campeões do estado, confirmou para essa segunda-feira (30), uma coletiva de imprensa para falar entre outro assuntos sobre um possível crime de racismo ocorrido contra atletas do Moto.
Nesse domingo (29) a equipe rubro-negra enfrentou o time do Americano pela segunda rodada do Campeonato Maranhense e venceu de virada pelo placar de 2 a 1.
O técnico do Americano Leandro Lago teria agido com insultos racistas jogadores do Moto, informação não confirmada, mais o assunto deve ser tratado durante a coletiva dessa segunda (30). Os atletas que teriam se sentido ofendidos são Ozeia, Fernando Fonseca e Felipe Dias, esse último, meio-campo e capitão do Moto Club.
As coletivas no CT Pereira dos Santos, que é o Centro de Treinamento do Papão, ocorrem normalmente às 15 horas, portanto 3 da tarde, antes do início do treinamento. Na coletiva dessa segunda (30), além de futebol, o assunto será o polêmico e desconfortável crime de racismo. A coletiva vai contar com a participação além de jogadores, também do diretor de futebol do Moto Club, Waldemir Rosa.
Eduardo Ericeira
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Eike Batista é preso no Rio de Janeiro ao chegar de Nova York

Da Agência Brasil – O avião que trouxe o empresário Eike Batista de Nova York para o Rio de Janeiro pousou há pouco no Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão. O empresário embarcou no domingo (29), no Aeroporto John F. Kennedy, em Nova York, em um voo da American Airlines.

Eike, proprietário do grupo EBX, é suspeito de lavagem de dinheiro em um esquema de corrupção que também atinge o ex-governador do Rio Sérgio Cabral, que está preso.

Eike e o executivo Flávio Godinho, seu braço direito no grupo EBX e vice-presidente do Flamengo, são acusados de terem pago US$ 16,5 milhões a Cabral em troca de benefícios em obras e negócios do grupo, usando uma conta fora do país. Os três também são suspeitos de terem obstruído as investigações.

Na quinta-feira (26), a Polícia Federal tentou deter o empresário em sua casa, no Rio de Janeiro, mas ele não estava lá. Os advogados informaram que Eike havia viajado a trabalho para Nova York e que voltaria ao Brasil para se entregar. A Polícia Federal o considerou foragido e pediu a inclusão de seu nome na lista de procurados da Interpol, a polícia internacional.

Eike, de 60 anos, foi considerado o homem mais rico do Brasil e, em 2012, o sétimo mais rico do mundo pela revista Forbes, com uma fortuna estimada em US$ 30 bilhões. As empresas do grupo EBX atuam na área de mineração, petróleo, gás, logística, energia e indústria naval. Em 2013, entretanto, os negócios entraram em crise e Eike começou a deixar o controle de suas companhias e vender seu patrimônio.

O nome de Eike Batista apareceu na semana passada no âmbito da Operação Eficiência, um desdobramento da Operação Calicute, fase da Lava Jato, sobre propinas pagas por grandes empreiteiras a partidos e políticos para obter contratos da Petrobras.

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Maternidade da Cidade Operária permanece com obra parada…

Com prazo para finalização em junho de 2018, a primeira maternidade municipal de São Luís, que está sendo erguida na Cidade Operária, pode atrasar mais um pouco. A obra começou em 2014 e agora a Secretaria Secretaria Municipal de Saúde (Semus) comunicou que está realizando a rescisão contratual com a empresa responsável pela obra.

Segundo a Semus, a construtora alegou falta de condições para seguir com os trabalhos devido ao atraso no repasse dos recursos do Governo Federal. Ainda de acordo com a secretaria, após a conclusão da rescisão, a obra passará por nova licitação e será dada continuidade aos serviços.

A obra da maternidade realizada pela Prefeitura de São Luís, em parceria com o Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, está parada há algum tempo. Máquinas e operários não são mais vistos há um bom tempo no local e apenas o piso, com algumas colunas já foram construídos.

As placas com informações técnicas sobre a obra permanecem fixadas no local mostrando que a obra está orçada em R$ 24.807.123,41. O terreno total possui 14 mil m² de área. Já a área construída terá 6 mil m², 120 leitos, destes, 100 leitos de internação e 20 de UTIs – 10 neonatais e 10 infantis.

Em maio do ano passado, o então ministro da Saúde, Marcelo Castro, visitou o canteiro de obras. Ele foi acompanhado pelo senador, Roberto Rocha (PSB), o deputado federal, Alberto Filho (PMDB), o secretário estadual de Saúde, Marcos Pacheco e o vereador Roberto Rocha Júnior (PSB).

Valores
Até o momento, segundo o Portal da Transparência do Governo Federal, já foram repassados R$ 3.386.400,00 para a construção da maternidade. A última liberação foi em 21 de dezembro do ano passado, no valor de R$ 242.400,00.

Segundo o portal de convênios da Caixa (Sincov), até então já houveram duas prorrogações do contrato. A primeira, em junho de 2015, quando a secretária municipal de Saúde, Helena Duailibe, enviou um ofício alegando que o prazo do convênio iria expirar dia 30 daquele mês e o tempo estabelecido para a construção não havia sido suficiente. O contrato foi ampliado para mais 12 meses. Ano passado, em julho, a mesma secretaria protocolou outro pedido de prorrogação, por mais 12 meses, pelos mesmos motivos já alegados anteriormente.

Contrato em números

Valor da obra: R$ 24.807.123,41 é o custo total da construção da maternidade
Valor do convênio com o governo federal: 24.000.000,00
Valor da contrapartida da prefeitura: 1.000.000,00
Valor já Liberado: 3.386.400,00
Início da Vigência: 27/12/2013
Fim da Vigência: 31/08/2018
Data Última Liberação de verbas: 21/12/2016
Valor Última Liberação: 242.400,00

Jornal o Estado Maranhão

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Prefeito de Cajapió autoriza pagamento dos servidores de várias secretarias

O prefeito da cidade de Cajapió, Dr. Marcone, trabalha para por em ordem a Prefeitura Municipal e realizou, assim que assumiu, um acordo judicial com o Ministério Público para pagar no prazo de 5 dias o salário e 13 salário dos servidores efetivos.

De acordo com uma nota divulgada pela assessoria do prefeito, sobre os contratados, a gestão realizará análise e elaborará um relatório circunstanciado para verificar a possibilidade de pagamento, especificamente quanto à regularidade da contratação e efetiva prestação de serviço.

Ontem, 27 de janeiro, o prefeito autorizou o pagamento do 13º salário dos funcionários da lotados na Secretaria de Educação, Administração, Assistência Social e Saúde. Segundo o prefeito, o salário referente ao mês de dezembro vai ser liberado na próxima semana.

NOTA EXPLICATIVA


A Prefeitura Municipal de Cajapió (MA) vem por meio desta nota esclarecer que formalizou acordo judicial com o Ministério Público para pagar no prazo de 5 dias o salário e 13 salário dos servidores efetivos.

Sobre os contratados, a municipalidade realizará análise e elaborará um relatório circunstanciado para verificar a possibilidade de pagamento, especificamente quanto a regularidade da contratação e efetiva prestação de serviço.

Assim, hoje (27) o prefeito autorizou o pagamento do 13º salário dos funcionários da lotados na Secretaria de Educação, Administração, Assistência Social e Saúde.

O salário referente ao mês de dezembro vai ser liberado na próxima semana.No que tange aos servidores do cargo de agentes de saúde o pagamento não foi liberado por que o município está aguardando liberação de movimentação e senha da conta bancária pelo Banco do Brasil.

Vandoval Rodrigues

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Cena lamentável: Cliente apanha ao reclamar da comida durante o show de aviões do forró

Um cliente foi agredido na madrugada deste domingo (29) por um funcionário da empresa que forneceu o open food no camarote do show do Aviões do Forró, em São Luís.
O homem filmava a chegada de bandejas de arroz e criticava o serviço, quando levou um tapa na mão de um dos responsáveis pela comida.
O celular do cliente voou longe.
A produtora 4Mãos, que realizou o evento, ainda não se manifestou sobre o caso.
Veja abaixo.
Blog Gilberto Leda
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A defesa de Lula…

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, em defesa apresentada em processo da Operação Lava Jato, que a velocidade com que tramita a ação em que o petista é acusado de se beneficiar ilegalmente de dois imóveis tem potencial para entrar no Guinness, o livro dos recordes.
“O trâmite desse processo é um recorde digno de figurar no Guinness”, afirma a defesa, que lista o cronograma do caso. Segundo o advogado Cristiano Zanin Martins, a Polícia Federal deu apenas dois dias úteis para a defesa de Lula apresentar suas alegações e, um dia útil depois, já havia indiciado o ex-presidente e sua mulher, Marisa Letícia.
Três dias úteis depois, continua o advogado, a denúncia foi apresentada pela PF ao juiz Sergio Moro, que, após quatro dias úteis, decidiu pela abertura da ação. Os inquéritos que deram origem à acusação tramitavam desde março de 2016.
“É incabível o procedimento tramitar ocultamente por mais de oito meses e ser concluído um dia depois de o investigado prestar seus esclarecimentos! Como atribuir impessoalidade a tal investigação?”, afirma.
Para a defesa, “essa ânsia desmesurada e crescente de prover acusações é tática comprovada de lawfare, o condenável expediente autoritário consubstanciado no uso do direito e dos procedimentos jurídicos como meio de atingir resultados políticos”. “É inegável que parte dos agentes públicos envolvidos na Lava Jato abriu uma verdadeira – e notória – guerra contra Lula e o projeto político que representa”, afirma.
Os dois inquéritos tratam de um terreno na Vila Clementino, Zona Sul de São Paulo, que teria sido comprado pela Odebrecht para a construção do Instituto Lula e de um apartamento vizinho ao que Lula e Marisa moram, que é usado pelo ex-presidente e que também teria sido fruto do esquema de corrupção na Petrobras, segundo a acusação.
No primeiro caso, a defesa diz que Lula esteve apenas uma vez no local, com diretores do Instituto da Cidadania (nome anterior do Instituto Lula) e que descartou a compra do terreno – a sede depois foi construída no Ipiranga, em área comprada em 1990. “O que ocorreu com o imóvel após tal data não resguarda qualquer relação com nossos clientes”, disse.
Já sobre o apartamento em São Bernardo do Campo, a defesa afirma que Lula e Marisa são locatários do imóvel “conforme prova existência de contrato” – para a acusação, eles são proprietários de fato do imóvel. “O casal paga aluguel, com o recolhimento dos impostos, negócio de âmbito estritamente privado e sem qualquer relação com a Operação Lava Jato”, diz o advogado. Para ele, não há prova ou qualquer outro fundamento para “atribuir a destinação ou oculta propriedade desses imóveis”.
Os advogados aproveitam para, no final da defesa, reafirmar que não consideram o juiz Sergio Moro imparcial para julgar as acusações contra Lula. “Ressaltamos, ainda, que não reconhecemos a competência e a isenção do juiz da 13ª Vara de Curitiba, por isso renovamos as exceções de incompetência e suspeição”, afirma.

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Cruz Vermelha leva saúde para o São Francisco neste sábado

Dirigentes e voluntários da Cruz Vermelha Brasileira (CVB) realizarão neste sábado (28), a partir das 8h, na sede da Associação dos Moradores do São Francisco, em São Luís (MA), um conjunto de ações sociais e de prestação gratuita de serviços de saúde. Os trabalhos fazem parte de mais uma etapa da Caravana da Saúde da Cruz Vermelha Brasileira e beneficiarão moradores dos bairros da Ilhinha, Jaracaty e São Francisco.

Moradores do Distrito Industrial e da BR-135 já foram beneficiados com os mesmos atendimentos que agora serão levados às novas comunidades. A Caravana da Saúde da CVB oferecerá atendimentos básicos de saúde, como aplicação de flúor, aferição de PA, teste de glicemia, distribuição de preservativos e informativos, testes rápidos reservados de HIV, palestras educativas e haverá ainda doação de roupas e calçados aos moradores.

A Caravana da Saúde da Cruz Vermelha Brasileira tem a parceria do Certificado de Contribuição Maracap e apoio do Governo do Maranhão, por meio das secretarias de Estado da Saúde e Segurança Pública. Vale lembrar que a Cruz Vermelha repassou recente recursos da ordem de R$ 310 mil, doados pelo Maracap, para a melhoria no atendimento do Hospital Aldenora Bello. Participaram da entrega o diretor nacional da CVB, Carlos Alberto Rangel, e os apresentadores do Maracap, Jeisael Marx e Carol Carvalho.

O cheque simbólico foi entregue ao diretor-administrativo do Hospital do Câncer Aldenora Bello, José Generoso da Silva. Segundo o diretor, todos os recursos que vem sendo repassados pelo Maracap, por meio da Cruz Vermelha Brasileira, estão sendo utilizados na melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes do Hospital do Câncer Aldenora Bello, que realiza em média, de 25 a 30 mil atendimentos mensais.

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