Morre Jânio Arley

Morreu na tarde desta quarta-feira (27), o jornalista Jânio Arley. Ele ficou famoso na década de 90 e início dos anos 2000 ao apresentar o programa policial Bandeira 2 na Tv Difusora, afiliada do SBT.

Jânio Arley teve duas paradas cardíacas e foi levado ao Socorrinho do Cohatrac, porém não sobrevive mesmo com as manobras de ressuscitação.

O ex-apresentador do Bandeira 2 chegou a morar em Brasília por um ano, mas atualmente morava na região do Cohatrac

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STF tranca ação contra Fernando Capez por suposta participação na “máfia da merenda”.

Por 3 votos a 1, a 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal concedeu nesta terça-feira (26/6) Habeas Corpus ao deputado estadual de São Paulo Fernando Capez (PSDB) e determinou o trancamento de ação penal em que o parlamentar é investigado por suposta participação na chamada “máfia da merenda”. Ele respondia, no Tribunal de Justiça de São Paulo, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Votaram pelo trancamento do processo os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski. Luiz Edson Fachin foi contrário à medida, e Celso de Mello não estava presente na sessão.

Relator da ação, Gilmar aceitou os argumentos da defesa e contestou os do Ministério Público. Segundo ele, houve flagrante ausência de lastro probatório para oferecimento da denúncia.

“Além disso, é um abuso invocar a Súmula 691 quando o habeas corpus é cabível. Se há plausibilidade para concessão do habeas corpus, ele deve ser concedido”, disse. A referida súmula da corte impede a análise de HC por tribunais superiores antes de o mérito do pedido ser julgado em instância inferior.

Toffoli seguiu o entendimento afirmando que o caso mostra abuso de autoridade na investigação direcionada a perseguir alguém. O presidente da turma, ministro Lewandowski, se manifestou no mesmo sentido e disse que a ação contra Fernando Capez é baseada apenas em delação premiada.

Já Fachin discordou e votou pela rejeição do Habeas Corpus. Para o ministro, suspender o processo resultaria na antecipação de um juízo absolutório pelo STF. “Isso representaria usurpação das competências das diferentes instâncias da Justiça”, argumentou.

O subprocurador-geral da República Carlos Vilhena afirmou que as alegações da defesa “não comovem o Ministério Público”. Vilhena disse que o caso é bem fundamentado, assim como o recebimento da denúncia pelo TJ-SP. Durante sustentação oral, o subprocurador afirmou ser “importante que [a ação penal] tenha curso para que se possa chegar à verdade dos fatos”.

Determinação da Justiça
Em maio, o Tribunal de Justiça de São Paulo aceitou denúncia contra Capez, que é ex-presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, e transformou o deputado em réu em processo no qual ele é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso conhecido como “máfia da merenda”.

Além de Capez, foram denunciadas oito pessoas: dois ex-assessores de seu gabinete, dois integrantes da Secretaria de Educação de São Paulo e quatro pessoas ligadas à Coaf (Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar). A denúncia afirma que a movimentação de propina pelos operadores da “máfia” chegou à cifra de R$ 1,13 milhão.

No pedido ao STF, a defesa de Capez impugnava determinação do Superior Tribunal de Justiça que negou o trancamento da ação penal contra o deputado e pedia a anulação da decisão do TJ-SP que recebeu a denúncia. Segundo os advogados, a acusação não tem “lastro probatório mínimo” e é “fundamentada em provas completamente ilícitas”.

A defesa alegou que a Polícia Civil de São Paulo não tem competência para conduzir as investigações e afirma ainda que depoimentos de testemunhas foram obtidos por meio de coação. Os defensores de Capez argumentaram que, durante as investigações, a polícia e o Ministério Público não encontraram provas para basear a acusação que, segundo a defesa, é baseada apenas na palavra de um delator.


Ainda nesta terça-feira, o juiz Rodrigo Capez, irmão do deputado estadual Fernando Capez, divulgou a seguinte mensagem:

“Exige-se do juiz, além da imparcialidade e do conhecimento técnico, a virtude aristotélica da coragem, para fazer valer os dois primeiros predicados sem vergar a coluna vertebral a pressões midiáticas.

O Supremo Tribunal Federal, nesta data, determinou o trancamento da ação penal instaurada contra o Procurador de Justiça e Deputado Estadual Fernando Capez, por absoluta e patente falta de justa causa.

Pesadíssima foi a cruz da infâmia que nossa pequena família se viu obrigada a carregar por eternos dois anos e meio, e que se tornou quase insuportável em razão de uma denúncia infundada do Procurador-Geral de Justiça Gianpaolo Smanio, produto de uma fabulação destinada a destruir a honra de um homem de bem, numa desabrida tentativa de vincular a qualquer preço sua imagem a uma ignominiosa máfia da merenda, não obstante sua inocência.

Não satisfeito com uma denúncia engendrada sobre o nada jurídico, Sua Senhoria, na sua temerária e inconsequente cruzada, ainda requereu o afastamento de meu irmão do mandato parlamentar e do Ministério Público. De pronto repelida pelo eminente Desembargador Sérgio Rui, Relator do caso no Tribunal de Justiça de São Paulo, saltou aos olhos a tentativa do Procurador-Geral de aniquilar a imagem de um homem probo, procurando impor, pelo estrépito, a morte civil a um inocente, ao melhor estilo das penas infamantes do famigerado Livro V das Ordenações do Reino.

A verdade é agora restabelecida pela mais alta Corte do país. Se é reprovável o abuso de poder do Ministério Público, instituição constitucionalmente incumbida de zelar pela defesa da ordem jurídica, superlativo ele se torna quando emanado do próprio Chefe da instituição. Haverá de chegar a hora de sua responsabilização civil, criminal e política por essa denúncia caluniosa, uma vez que tão reprovável conduta não pode permanecer ao abrigo de uma suposta imunidade funcional.

Aos que jamais renunciaram ao voto de confiança na honorabilidade e na inocência de meu irmão, os nossos mais profundos e sinceros agradecimentos.”

Fonte: Revista Consultor Jurídico

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Defesa de Lula recorre contra decisão do TRF-4 que barrou recurso ao STF

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva presta depoimento ao juiz Marcelo Bretas A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recorreu nesta segunda-feira (25) da decisão do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), em Porto Alegre, que barrou o envio ao STF (Supremo Tribunal Federal) de recurso contra a condenação do ex-presidente.

Pela lei, cabe ao TRF-4, tribunal que confirmou a condenação de Lula na Operação Lava Jato, analisar se os recursos da defesa aos tribunais superiores, como o STF e o STJ (Superior Tribunal de Justiça), devem ou não ser admitidos.

Em decisão na última sexta-feira (22), a vice-presidente do TRF-4, desembargadora Maria de Fátima Freitas Labarrère, negou o envio do recurso do petista ao STF, e acatou a remessa dos recursos ao STJ, em apenas um dos pontos questionados pela defesa de Lula, sobre o valor da multa imposta pela condenação.

A decisão da desembargadora do TRF-4 levou o ministro do STF Edson Fachin a suspender o julgamento do recurso do ex-presidente que estava marcado para essa terça-feira (26) pela 2ª Turma do Supremo. O julgamento poderia libertar Lula da prisão, já que seus advogados pediam ao STF que suspendesse os efeitos da condenação.

Ao analisar o pedido de recurso ao STF, a desembargadora do TRF-4 recusou a admissibilidade de todos os sete pontos levantados pela defesa porque, segundo ela, nenhum deles afronta diretamente a Constituição Federal.

Lula foi condenado em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva no caso do tríplex de Guarujá (SP). Ele cumpre pena desde o dia 7 de abril na sede da Superintendência da da PF (Polícia Federal) em Curitiba.

O ex-presidente tem afirmado sua inocência e diz que sua condenação ignorou provas favoráveis a ele.

Lula foi acusado pelo MPF (Ministério Público Federal) de ter recebido propina da construtora OAS por meio de reformas feitas um apartamento tríplex que estaria reservado para ele. Segundo a acusação, Lula seria o verdadeiro dono do apartamento.

A defesa do ex-presidente afirma que ele nunca usou ou teve a posse do imóvel e que nunca houve a transferência formal da propriedade.

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A ZEMA avança

No dia 13 de junho deste ano o Maranhão obteve, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, uma vitória histórica que pode vir a transformar sua realidade, de sua Capital e do seu povo. Nesse dia, o Projeto que cria a Zona de Exportação do Maranhão-ZEMA, de autoria do Senador Roberto Rocha e relatado pelo Senador Edison Lobão, foi aprovado com quase a unanimidade dos votos, exceção do voto da representante do PC do B, coincidentemente o partido do atual governante do nosso Estado. Seria mera coincidência?

Durante os últimos 10 (dez) dias este blog aguardou que essa alvissareira notícia tivesse a devida divulgação pelos órgãos de imprensa do Estado. Ledo engano. Silêncio sepulcral. Os órgãos ligados ao Governo do Estado não publicaram uma linha, o que reforça o entendimento de que abafar agora seria a melhor política. Afinal, o autor do projeto já não é aliado comunista; o relator do projeto é candidato ao Senado em chapa oposta a do atual ocupante dos Leões; e, por fim, o sonho sonhado ainda na década de 60 (sessenta) pelo ex-Governador José Sarney de um porto moderno como agente de desenvolvimento do Estado não mereceria qualquer destaque.

Por muitos anos, o Porto do Itaqui, o segundo de maior profundidade do mundo, se manteve como ferramenta de uma economia de enclave, aquela em que o Porto se destina a exportação sem, contudo, deixar no Estado grandes riquezas e gerando poucos empregos. A ZEMA cria um mecanismo de fomento à instalação, na área do Distrito Industrial, mediante incentivos fiscais, de grandes empresas com produtos voltados para a exportação. Um fantástico projeto que tende a transformar completamente o Maranhão.

No último dia 13 de junho, os parlamentares maranhense lutaram uma batalha como gigantes que olham de cima a melhor estratégia da vitória. Lobão fez um relatório digno de sua brilhante trajetória no Senado e mostrou a viabilidade do projeto. Feliz do Estado que pode ter um parlamentar da envergadura de Lobão como seu Senador. Roberto Rocha exibiu aos Senadores o vídeo acima, demonstrando a todos que o Brasil tem no Maranhão um presente de Deus. O Porto do Itaqui pode fazer nascer na América do Sul uma nova Singapura ou uma nova Hong Kong. Mesmo contra a vontade e o voto do PC do B de Flávio Dino e graças à ação firme de Roberto Rocha e Edison Lobão, a ZEMA avança. Que venha a Comissão de Assuntos Econômicos. Um futuro de crescimento industrial e econômico nos espera.

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Roberto Rocha conquista adeptos com caravana

O senador Roberto Rocha (PSDB) é o político que mais tem se movimentado nessa fase de pré-campanha rumo ao Governo do Estado.

Com a sua “Caravana da Esperança”, formada pelos demais pré-candidatos do PSDB, ele está percorrendo os municípios maranhenses em busca de apoio e, mais do que isso, levando a sua mensagem de esperança aos milhares de maranhenses cansados da falta de perspectiva e da má gestão do governo atual.

Neste último sábado, 23, Roberto Rocha e os deputados estaduais Alexandre Almeida e Wellington do Curso, o deputado federal Waldir Maranhão, o ex-deputado Zé Genésio e ainda o ex-deputado Clodomir Paz, visitaram as cidades de Presidente Juscelino, Morros e Humberto de Campos. Em todas, eles foram recebidos com entusiasmo pela população que defende uma terceira via nas eleições deste ano.

Em presidente Juscelino, a reunião foi na residência do prefeito, Magno Teixeira, que na presença de vereadores, secretários e lideranças comunitárias, ratificou o seu apoio ao senador Roberto Rocha e aos demais pré-candidatos do PSDB.

Na oportunidade, ele anunciou algumas conquistas para o município, por meio de emendas de sua autoria. Entre elas, a construção de 50 casas que serão destinadas aos trabalhadores rurais, por meio do Programa Nacional de Habitação Rural. Em parceria com a Codevasf, Roberto Rocha também conseguiu, para Presidente Juscelino, 20 kits de irrigação de 500m2 , destinados às associações rurais do município.

Ainda em Presidente Juscelino, Rocha participou de uma reunião organizada pelo empresário Ricardo Lago, liderança política da região,.

A agenda do senador pela Região do Munim contemplou também a cidade Morros, onde ele concedeu entrevista para a Rádio Antena 1 FM. Em seguida, ele participou de um encontro organizado por Milton José, mais conhecido como Paraíba, uma das mais fortes e influentes lideranças da região.

Durante o encontro, o senador anunciou a liberação de recursos totalizando R$ 1.683.600,00 para o Programa Nacional de Habitação Rural do Ministério das Cidades para a construção de 46 casas para agricultores da cidade de Morros. O anúncio foi comemorado por todos que participaram da reunião.

“A nossa cidade precisa de muita coisa, por isso temos que seguir em frente, confiando e acreditando que as coisas vão melhorar. O senador Roberto Rocha tem bons projetos e é por isso que nós estamos aqui hoje para apoiá-lo”, disse Mardelli Gomes, 42 anos, moradora de Morros.

Roberto Rocha encerrou a agenda da semana com uma visita de cortesia ao prefeito de Humberto de Campos, José Ribamar. Na ocasião, ele falou sobre as oportunidades para o município e anunciou ao prefeito sobre a possibilidade de incluir Humberto de Campos na Rota das Emoções, projeto de sua autoria que cria uma frente parlamentar em defesa do fortalecimento da região.

“Aqui, na Região do Munim, nós andamos em vários municípios e percebemos que, como em qualquer outra região do estado, é uma região rica, porém com um povo pobre. Isso acontece porque não há uma exploração econômica dessa riqueza, só há exploração política da pobreza. E nós queremos fazer diferente, pois o PSDB tem o compromisso de voltar a fazer do Maranhão um estado que produza cidadãos capazes de acreditar e lutar pelo potencial de desenvolvimento econômico do seu estado e do seu povo”, disse Roberto Rocha.

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ELEIÇÕES 2018: Articulações com o PRTB pode causar revoada de apoiadores da candidatura de Lobão ao Senado

É que Márcio Coutinho não quer que o seu partido coligue na proporcional nem para deputado estadual e nem para federal, o que seria ruim para alguns deputados de mandatos  e pré-candidatos com grande potencial de votos

Há um clima de insatisfação ampla, geral e irrestrita em setores do grupo Sarney que pode dificultar sobremaneira o projeto do senador Edison Lobão (MDB) de voltar à Câmara Alta do Congresso Nacional.

O motivo é o nanico PRTB, controlado no estado pelo advogado Márcio Coutinho, ex-coordenador da campanha de Lobão Filho (MDB) ao governo do Maranhão em 2014.

Ocorre o seguinte. Aliados de Lobão afirmam que ao “empoderar” o PRTB, o senador acaba por fazer um jogo arriscado tanto para o grupo no geral quanto para si próprio.

É que Márcio Coutinho não quer que o seu partido coligue na proporcional nem para deputado estadual e nem para federal, o que seria ruim para alguns deputados de mandatos  e pré-candidatos com grande potencial de votos. Aliás, alguns chegam até afirmar que se negaram ao colocar o nome de Lobão no material de campanha deles, tal como aconteceu em 2014 com Gastão Vieira, o que pode ter contribuindo para a derrota do então candidato a senador.

Isso sem falar que o PRTB atualmente flerta com a pré-candidatura de Maura Jorge depois de ter flertado com a do senador Roberto Rocha (PSDB).

Márcio Coutinho jura que mesmo que eventualmente o PRTB vá com Maura Jorge, a base do partido deverá acompanhar a candidatura de Roseana Sarney (MDB), mas “esquece” que no horário eleitoral e no material de campanha dos candidatos do PRTB aparecerá é número e nome da Maura Jorge. Isso tudo é que tem gerado uma imensa insatisfação em várias lideranças do grupo Sarney e creditam na conta do senador Lobão por esse descontentamento.

PSD

Há ainda uma situação parecida com o PSD do ex-secretário da Fazenda, Claudio Trinchão, que também não deseja coligar com ninguém preferindo chapa pura, no que pode ser uma tática equivocada do presidente estadual da legenda já que hoje o nome que pode ser eleito não é o de Trinchão, mas do atual deputado estadual Edilázio Júnior, hoje filiado ao PSD.

O fato é que se não houver um freio de arrumação nessas articulações, principalmente no caso do PRTB, onde reside as maiores reclamações, o maior prejudicado nessa história toda é o senador Edison Lobão, que pode ver comprometido o seu retorno ao Senado Federal.

Contudo, os aliados de Lobão ainda confiam na sua capacidade e habilidade políticas para superar essas crises.

É aguardar e conferir.

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Roberto Rocha visita municípios e recebe apoio de lideranças na sua pré-campanha

Em continuidade à sua movimentada agenda de visitas pelos municípios do estado, o senador Roberto Rocha (PSDB), pré-candidato ao governo do Maranhão, esteve nesta quinta-feira, 21, nas cidades de Icatu, Axíxá, Cachoeira grande e Rosário, e angariou apoios importantes para o seu projeto eleitoral.

A comitiva do senador foi formada pelos pré-candidatos do PSDB, os deputados estaduais, Alexandre Almeida e Wellington do Curso, o deputado federal Waldir Maranhão, o ex-deputado Zé Genésio, o promotor de justiça aposentado, Celso Pinho e o ex-deputado e atual chefe de gabinete de Roberto Rocha, Clodomir Paz.

Em todos os municípios por onde passou, o senador deixou sua marca, anunciou projetos importantes conquistados pelo seu mandato no Senado Federal. Entre eles, a ampliação da Codesvaf- grande conquista para o estado, pois vai poder atuar em todo o Maranhão com obras e ações estruturantes.

A agenda começou na cidade de Icatu, onde ele conversou com pessoas da comunidade, em uma reunião organizada pela jovem liderança da região, Alex Gonçalves. Para o município, Roberto Rocha anunciou projetos importantes, que irão contribuir para o seu crescimento econômico, como a possibilidade de incluir Icatu na Rota das Emoções, um dos principais roteiros turísticos do País. Falou ainda sobre a importância do projeto de sua autoria que dobra o repasse de recursos para a merenda escolar em municípios em situação de extrema pobreza.

Para a habitação, o senador anunciou que já está em andamento no Ministério das Cidades, o projeto que prevê a construção de 100 casas para o Programa Nacional de Habitação Rural.

“Para nós, a vinda do Roberto Rocha é muito positiva, porque já conhecemos o trabalho dele como senador. Eu tenho certeza de que vai ser de grande relevância a presença dele aqui, mesmo porque a gente tem que apresentar os nossos pleitos para Icatu, que é melhorar as nossas estradas, a nossa saúde, educação, transporte escolar, além de outras coisas que eu tenho certeza de que podems conseguir com a ajuda dele”, disse Élida Torres, presidente da Associação Quilombola de Santa Maria, em Icatu.

De Icatu, Roberto Rocha e sua comitiva seguiram até a cidade de Axixá, para uma reunião com a prefeita Soninha Campos. A prefeita aproveitou a presença do senador para conversar sobre as demandas do município, entre eles, a construção do balneário na Beira Rio, cujo projeto já está pronto aguardando apenas recursos para início das obras.

Ainda quinta-feira, Roberto Rocha passou também por Cachoeira Grande, onde participou de uma reunião com o prefeito Antônio Ataídes (Tonhão), vereadores, secretários e lideranças locais. Na ocasião, Rocha fez um breve resumo de sua atuação legislativa no Senado. Muitos deles beneficiam diretamente a cidade de Cachoeira Grande, como a construção, por meio do Ministério das Cidades, de 71 casas para associações; o projeto de construção de mais 200 metros de cais na cidade, além de uma ponte que vai ligar as cidades de Morros, Cachoeira Grande e Balágua.

O senador concluiu a agenda de quinta-feira com uma reunião na residência da prefeita Irlahi Moraes, em Rosário. Dentre os muitos projetos anunciados, ele destacou a revitalização do Rio Itapecuru, cujo diagnóstico ambiental já foi concluído pela Codevasf e em breve será apresentado para todo o Maranhão. Por meio de emenda do senador Roberto Rocha, Rosário vai receber também kits de irrigação para ajudar os trabalhos dos pequenos produtores rurais do município; recursos para a manutenção das unidades de Saúde a recuperação de estradas vicinais.

 “Estamos percorrendo o estado para levar a nossa mensagem de esperança, e também para mostrar que o Maranhão pode ter opções. Nosso estado não tem apenas dois partidos. Nós temos a missão de sermos essa opção para o povo que já está cansado dessa dicotomia Sarney versus antisarney. Estamos tentando construir com as pessoas o sonho e a esperança de acreditar novamente no Maranhão, acreditar que essas pessoas que são mais jovens vão ter um futuro melhor do que o nosso”, disse Roberto Rocha.

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Fachin cancela julgamento de pedido de liberdade de Lula no STF

Ministro considerou pedido da defesa do petista prejudicado depois que o TRF4 decidiu barrar recurso ao STF contra condenação

Com a decisão da vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargadora Maria de Fátima Labarrère, de não remeter ao Supremo Tribunal Federal (STF) o recurso extraordinário movido pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra sua condenação na Operação Lava Jato, o ministro Edson Fachin cancelou o julgamento da Segunda Turma do Supremo que poderia tirar Lula da cadeia, marcado para a próxima terça-feira, 26.

Na sessão, o colegiado analisaria o pedido da defesa do petista para que fosse concedido efeito suspensivo ao recurso extraordinário. Caso a solicitação fosse aceita, os efeitos da condenação do ex-presidente em segunda instância, incluindo sua prisão, ficariam suspensos até o julgamento de mérito do recurso.

“Com efeito, a modificação do panorama processual interfere no espectro processual objeto de exame deste Supremo Tribunal Federal, revelando, por consequência, a prejudicialidade do pedido defensivo. Diante do exposto (…) julgo prejudicada esta petição. Retire-se de pauta”, decidiu o ministro do STF. Fachin considerou que é “indispensável” aguardar eventual recurso da defesa de Lula contra a decisão da desembargadora.

Maria de Fátima Labarrère negou a admissibilidade do recurso extraordinário de Lula ao Supremo porque, no seu entendimento, a defesa do petista não mostrou pontos do acórdão condenatório que afrontem a Constituição. Este é o requisito para que o STF analise um recurso contra uma condenação.

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Roberto Rocha acredita em crescimento ao lado de Alckmin e prega unidade da oposição no MA

Para senador, pré-candidato a governador pelo PSDB, eleição no Maranhão será decidida em dois turnos, e adversários de Flávio Dino devem marchar juntos

por Gilberto Léda, via O Estado do Maranhão

O senador Roberto Rocha, pré-candidato a governador do Maranhão pelo PSDB, acredita que seu projeto tende a crescer junto com a candidatura do presidenciável tucano Geraldo Alckmin e que a eleição maranhense será inevitavelmente decidida em dois turnos.

Em entrevista exclusiva a O Estado, ele acrescentou que, por conta da certeza de que o pleito estadual não se resolve no dia 7 de outubro, avalia que o melhor para os pré-candidatos de oposição ao governador Flávio Dino (PCdoB) é marchar unidos num segundo turno, quem quer que passe.

“É natural que haja uma convergência entre as candidaturas estaduais e a nacional. Isso é da própria lógica política. Tanto mais que partilharemos o mesmo número. Por enquanto o cenário político nacional está turvado por um ambiente de muita animosidade, fruto da criminalização da atividade política. Eu creio que o curso da campanha ajudará a dar mais racionalidade à escolha do eleitor, que hoje está movido por uma justa indignação. Mas essa indignação levará a uma reflexão sobre os projetos e os nomes postos e ficará claro que nenhum candidato reúne os atributos de integridade e experiência de Geraldo Alckmin”, disse Rocha, sobre sua campanha vinculada à do ex-governador de São Paulo.

Sobre a unidade dos nomes da oposição, ele ressalta que essa nem sequer precisa ser uma estratégia, porque se trata de uma verdadeira aspiração do eleitorado.

“Essa unidade nem precisará do aval dos políticos. Ela acontecerá por vontade do eleitorado”, completou.

Senado – O senador também comentou a recente polêmica envolvendo o lançamento da pré-candidatura do deputado federal Waldir Maranhão ao Senado – o que ocorreu na semana passada, em Carutapera, durante discurso do próprio Rocha.

Até aquela data, o PSDB tinha apenas dois pré-candidatos a senador: o deputado federal José Reinaldo Tavares e o deputado estadual Alexandre Almeida. Com três nomes, o natural seria uma disputa entre eles em convenção.

Apesar disso, Roberto Rocha crê em uma decisão consensual antes da definição oficial da chapa majoritária tucana.

“Esse é o caminho protocolar. Mas acredito no diálogo e no entendimento, para chegarmos a uma solução de consenso”, completou.

Abaixo, a íntegra da entrevista.

O Estado – Senador, sua pré-candidatura está muito vinculada à imagem da pré-candidatura do ex-governador Geraldo Alckmin. O senhor acredita que o recente desempenho do seu colega de partido – que melhorou segundo as mais novas pesquisas – pode também funcionar como uma alavanca ao seu nome no Maranhão?

Roberto Rocha – É natural que haja uma convergência entre as candidaturas estaduais e a nacional. Isso é da própria lógica política. Tanto mais que partilharemos o mesmo número.

Por enquanto o cenário político nacional está turvado por um ambiente de muita animosidade, fruto da criminalização da atividade política. Eu creio que o curso da campanha ajudará a dar mais racionalidade à escolha do eleitor, que hoje está movido por uma justa indignação. Mas essa indignação levará a uma reflexão sobre os projetos e os nomes postos e ficará claro que nenhum candidato reúne os atributos de integridade e experiência de Geraldo Alckmin. Será o caminho natural para conduzir o país no rumo da reconciliação e respeito entre as diferentes correntes de opinião.

Não tenho dúvida também que o eleitor compreenderá que, aqui no Maranhão, o projeto do PSDB estará alinhado a essa perspectiva de solução pelo trabalho e o respeito à coisa pública. Sem demagogia, sem bravatas. Pé quente, cabeça fria, como diz a música.

O Estado – O senhor se considera um representante da terceira via?

Roberto Rocha – Ninguém pode se auto proclamar a terceira via. Cabe ao julgamento da população determinar quem reúne os atributos de contraste para se constituir numa via alternativa. Eu tenho clareza que levarei para o debate eleitoral uma outra visão para o Maranhão, que em nada se compara com essa triste e fatalista escolha que querem impor ao nosso Estado, entre o passado que não quer passar e o presente que não tem futuro.

O Estado – Recentemente surgiram informações de que o senhor teria convidado a ex-prefeita Maura Jorge para uma composição. Estrategicamente, o senhor acredita que é melhor diminuir a quantidade de candidaturas no campo de oposição ao governador Flávio Dino? Esse movimento não enfraqueceria esse campo?

Roberto Rocha – Sempre tive um diálogo fraterno com a Maura Jorge e nesse diálogo já discutimos cenários eleitorais, o que é da natureza da política. Não vejo essa questão como um cálculo matemático. Na política, podem haver convergências, mas é importante que se preservem os campos políticos. Toda candidatura é legítima, desde que represente um projeto com identidade própria.

O Estado – Qual a relação atual com o deputado federal José Reinaldo? Ao anunciar a pré-candidatura do deputado Waldir Maranhão ao Senado, José Reinaldo é considerado carta fora do baralho tucano?

Roberto Rocha – Sobre a minha relação com Zé Reinaldo, da minha parte ele terá sempre o respeito que merece, por sua biografia e importância na história do nosso Estado.

Sobre a pré-candidatura do deputado Waldir, é bom que se entenda que é uma legítima postulação dele, não do partido. Assim também as pré-candidaturas dos deputados Alexandre Almeida e Zé Reinaldo. É um direito deles. Eu não anunciei a pré-candidatura de Waldir Maranhão. Apenas fiz menção em um contexto da presença dele em um evento. Aliás, outras pré-candidaturas ainda podem se manifestar, dentro do partido, inclusive para governador. Esse é um direito assegurado no estatuto partidário.

O Estado – No caso da manutenção das três pré-candidaturas ao Senado, a definição dos dois escolhidos se dará mesmo em convenção, com os três submetidos ao voto dos correligionários?

Roberto Rocha – Esse é o caminho protocolar. Mas acredito no diálogo e no entendimento, para chegarmos a uma solução de consenso.

O Estado – O senhor acredita em eleição em dois turnos no Maranhão?

Roberto Rocha – Não tenho dúvida alguma de que a eleição será decidida em segundo turno. Só quem acha que as pesquisas são prognósticos, e não diagnósticos, é que pode se iludir imaginando que o Maranhão tenha capitulado ao marketing da propaganda oficial.

O Estado – Havendo segundo turno na eleição no Maranhão, o senhor acredita em unidade da oposição, seja em torno do nome da ex-governadora Roseana Sarney, seja em torno do nome de outro candidato que passar?

Roberto Rocha – Essa unidade nem precisará do aval dos políticos. Ela acontecerá por vontade do eleitorado.

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Arraial Villagio do Cohatrac V

Neste Sábado vai rolar o festejo junino no Villagio do Cohatrac V com muito som, muita animação. Então vem pra cá !!! Vamos dançar e brincar com as atrações.

Embarque nesta diversão é o Arraial do Villagio Cohatrac V , onde a alegria acontece!!!

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