ELEIÇÕES 2018: Clima ameno e de unidade marca vésperas da convenção do PSDB

Não há ambiente de hostilidade e muito menos margem para traições contra quem quer que seja no tucanato local. O que existe, pelo menos foi o que o Blog do Robert Lobato conseguiu constatar em uma visita feita na manhã desta terça-feira, 31, na sede do partido, é muita movimentação de lideranças políticas e articulações para agregar mais partido na coligação liderada por Roberto Rocha.

Embora o Palácio dos Leões tente passar, através da mídia alugada com prazo de validade para o dia 31 de dezembro de 2018, de que há uma disputa beligerante no âmbito do PSDB por conta da disputa ao Senado Federal, o clima no ninho tucano é ameno e da mais absoluta tranquilidade nestas vésperas de convenção tucana que acontece no próximo sábado, 4, na Batuque Brasil.

Os deputados federais José Reinaldo Tavares e Waldir Maranhão, além do deputado estadual Alexandre Almeira, estão sempre conversando, trocando opiniões sobre a conjuntura e dialogando constantemente na sede do PSDB junto com o senador Roberto Rocha, que é o pré-candidato do partido ao Governo do Maranhão.

Não há ambiente de hostilidade e muito menos margem para traições contra quem quer que seja no tucanato local. O que existe, pelo menos foi o que o Blog do Robert Lobatoconseguiu constatar durante visita feita na manhã desta terça-feira, 31, na sede do partido, é muita movimentação de lideranças políticas e articulações para agregar mais partido na coligação liderada por Roberto Rocha.

E pelo que este humildade blogueiro viu na manhã de hoje podem aguardar, pois vem novidade quente por aí.

Daí a explicação para um certo desespero do Palácio dos Leões e sua camarinha comunista.

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PESQUISA TABAJARA: 60% de intenção de voto e 100% de cinismo

Em qualquer lugar que se ande, seja por São Luis ou por outras plagas deste estado, é cristalino que Flávio Dino não chega a 50% das intenções de voto se a eleição fosse no próximo domingo, 29. Pelo contrário, fica evidente que haverá segundo turno e a pergunta é: quem enfrentará o comunista no segundo “tempo” do pleito de governador

O termo “Pesquisa Tabajara” é de autoria do Blog do Robert Lobato e, para felicidade do nosso trabalho, a coisa pegou e é usada por vários colegas blogueiros.

Pois bem. Na terça-feira, 24, mais uma Pesquisa Tabajara foi apresentada para a população maranhense.

No novo levamento Jornal Pequeno/Exata (quem paga conta, hein?) o governador Flávio Dino mantém ampla vantagem sobre a ex-governador Roseana Sarney e seria reeleito hoje no primeiro turno. Flávio Dino teria 60% dos votos válidos contra 31% de Roseana. Os outros pré-candidatos são largados às traças pela pesquisa de encomenda.

Em qualquer lugar que se ande, seja por São Luis ou por outras plagas deste estado, é cristalino que Flávio Dino não chega a 50% das intenções de voto se a eleição fosse no próximo domingo, 29. Pelo contrário, fica evidente que haverá segundo turno e a pergunta fundamental é: quem enfrentará o comunista no segundo “tempo” do pleito de governador?

Os comunistas sabem que a eleição vai ser dura. Aliás, em conversa com Samuel Barroso num grupo de WhatsApp, o irmão do homem forte do governo, presidente do PCdoB e coordenador da campanha de Flávio Dino e pré-candidato a deputado federal Márcio Jerry, o mano admite isso, ou seja, que a reeleição do comunista-mor não será um passeio.

O que mostra que essa pesquisa JP/Exata é 60% de intenção de voto para Flávio Dino e 100% de cinismo.

E tome Pesquisa Tabajara!

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Líderes do ‘Centrão’ anunciam apoio à pré-candidatura de Alckmin à Presidência

Grupo que reúne os partidos DEM, PP, PR, PRB e SD fez o anúncio em evento em Brasília. Aliados da candidatura Alckmin farão uma reunião na tarde desta quinta para discutir o nome do vice.

Líderes do 'Centrão', ao lado de Alckmin, anunciaram o apoio à candidatura do tucano em evento em Brasília (Foto: Alessandra Modzeleski/G1)

Líderes do grupo conhecido como “Centrão” anunciaram nesta quinta-feira (26) o apoio à pré-candidatura do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência da República. Autointitulado “Centro Democrático”, o grupo é formado por DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade, que agora terão de oficializar o apoio nas convenções partidárias.

O apoio do “Centrão” a Alckmin foi anunciado em um evento em Brasília, do qual participaram, além do próprio ex-governador, líderes dos partidos que integram o grupo.

As negociações entre a campanha de Alckmin e o “Centrão” se intensficaram nas últimas semanas. Com o apoio do grupo, o tucano terá 14min e 47seg a mais de tempo de TV, contando os programas eleitorais diários e as inserções na programação. O tempo de TV do “Centrão” fez o grupo ser alvo de disputa entre outras candidaturas antes da definição por Alckmin.

Anúncio do apoio

O primeiro a discursar no evento foi o deputado federal Paulo Pereira da Silva (SD-SP). Ele destacou o “conjunto de forças” em torno da candidatura de Alckmin.

“Depois de muitas reuniões, centenas de conversas, principalmente entre nós, os partidos, estamos convencidos de que para tirar o Brasil desse buraco que estamos só com um conjunto de forças como esse, que se junta em torno dessa candidatura”, afirmou.

O presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), disse que Alckmin conquistou a unanimidade dentro da sigla. Ele afirmou que o ex-governador poderá contar com a “militância aguerrida” do partido.

“Toda a nossa história [do PP] sempre havia uma divisão muito grande, mas o senhor conseguiu a unanimidade dentro do nosso partido. Quero dizer que o senhor vai contar com um partido que tem história, tem trabalho e com a militância aguerrida, e que com o apoio dos outros partidos, vamos te dar condições para conquistar o país, porque história e competência não lhe faltam”, afirmou o senador.

Também estiveram presentes no evento o presidente do DEM e prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto e o presidente do PRB, Marcos Pereira.

Discurso de Alckmin

Em sua fala no evento, o pré-candidato do PSDB afirmou que o grupo se uniu em torno de sua candidatura por “convicção em um grande esforço conciliatório”.

“Nós estamos aqui, recebendo o apoio de cinco grandes partidos que têm responsabilidade com o povo brasileiro e com o país”, afirmou.

“Não me escolheram porque estou em primeiro [nas pesquisas]. Estão vindo por convicção de que temos que estar juntos em um grande esforço conciliatório”, disse Alckmin.

Ele citou a crise econômica pela qual passa o país e disse que não há “fórmula mágica” nem “salvador da pátria” para o problema. Ele destacou o “esforço coletivo” e disse que o país tem pressa.

“Para mudar precisamos ter organização, ação conjunta, time, votos. Não é uma pessoa. Não tem ninguém com uma fórmula mágica, não tem um salvador da pátria, tem um esforço coletivo para que a gente possa avançar. Nós temos um causa urgente. O Brasil tem pressa e por isso estamos aqui hoje unidos”, discursou.

Vice na chapa

Após o anúncio do apoio do “Centrão”, a chapa encabeçada por Alckmin deve agora buscar um candidato a vice-presidente.

Em meio à negociação com o grupo de partidos, foi sugerido pelos líderes das legendas o nome do empresário Josué Gomes (PR), filho do ex-vice-presidente de Luiz Inácio Lula da Silva, José Alencar.

No entanto, com resistências de Josué Gomes para aceitar o convite, as negociações esfriaram. Um dos nomes que surgiram como alternativa, de acordo com o blog do colunista do G1 Gerson Camarotti, é o do ex-presidente da Câmara Aldo Rebelo (SD).

Ao fim do evento do “Centrão”, questionado por jornalistas sobre a escolha do vice, Alckmin disse que não tem pressa para a definição.

“Geralmente, o vice complementa a chapa. Não será certamente de São Paulo, e será alguém dos partidos que compõem o Centro Democrático. Temos ótimos nomes, mas não temos pressa”, afirmou.

Os partidos do “Centrão” iriam retomar as conversas sobre o nome do vice ainda nesta quinta-feira, numa reunião em Brasília.

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Governo dos EUA diz que já reuniu mais de 1.800 crianças separadas das famílias na fronteira com México

Mas 711 não foram entregues aos pais por motivos variados, incluindo filhos de pessoas que estão presas e 431 crianças cujos pais estão fora dos EUA, muitos deles porque foram deportados. Prazo para reunião, determinado por juiz, termina nesta quinta-feira (26).

Imigrante da Guatemala identificada apenas como Heydi e sua filha, Mishel, de 6 anos, são vistas no abrigo Annunciation House, em El Paso, após serem reunidas na quinta-feira (26), depois de quase dois meses de separação (Foto: Joe Raedle/Getty Images/AFP)

O governo dos Estados Unidos anunciou em uma corte federal nesta quinta-feira (26) que 1.820 crianças de cinco anos ou mais que tinham sido separadas de suas famílias na fronteira com o México já foram entregues a seus pais. O prazo imposto por um juiz federal termina nesta quinta.

Mas outras 711 não foram reunidas por não estarem elegíveis por diferentes motivos. Entre elas estão filhos de pais que estão presos porque cometeram crimes ou mesmo alguns que já foram deportados.

Segundo as autoridades, nesse grupo estão incluídas 431 crianças cujos país estão fora dos Estados Unidos.

Brasileiros

Segundo o Itamaraty, 10 crianças brasileiras separadas dos pais na fronteira continuavam em abrigos na manhã desta quinta-feira. Quatro dos menores brasileiros estavam em centros de Chicago e seis, nos de Houston.

Em nota, o Itamaraty informou também que 39 menores brasileiros deixaram os abrigos e foram reunidos com seus pais ou responsáveis nas últimas duas semanas.

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Parcerias mantidas entre Governo do Estado e Prefeitura de São Luís na agricultura

O secretário de agricultura e pecuária e pesca  Edjailson Souza, recebeu no gabinete da Sagrima o novo titular da Semapa( Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento)Nonato Chocolate. O encontro sinaliza que as parcerias das pastas da agricultura entre Governo do Estado e Prefeitura de São Luís serão mantidas.

“Tivemos a honra de receber em nosso gabinete o mais novo secretário municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento, o prof. Nonato Chocolate. A visita de cortesia teve como objetivo dar continuidade as atividades já existentes e a realização de novas parcerias entre Sagrima / Semapa”. declarou.

O secretário da Sagrima Edjailson deu continuidade ao trabalho do ex-secretário Márcio Honaiser que deixou a pasta para disputar um mandato de deputado estadual. Já Chocolate assumiu a Semapa no lugar do vereador Ivaldo Rodriegues que deixou a pasta para assumir a articulação política da gestão do prefeito Edivaldo.

 

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PT aluga terreno em frente à PF para tentar manter vigília pró-Lula

Logo após a prisão do ex-presidente, há 100 dias, média diária era de 500 a 600 pessoas; hoje, cerca de 50 militantes permanecem no local

PT aluga terreno em frente à PF para tentar manter vigília pró-Lula

presidenta do Partido dos Trabalhadores (PT), senadora Gleisi Hoffman, falou sobre os 100 dias da Vigília Lula Livre e destacou o espírito de resistência de todos os presentes em Curitiba.

“São 100 dias de resistência. Resistência na defesa do Lula, de sua inocência. Resistência pelos direitos do povo brasileiro que foi encarcerado junto com o Lula”, disse Gleisi. “Na política, resistir é tão importante como arremeter, como já dizia o grande líder libertador José Martí”, completou.

Nesta semana, o partido providenciou o aluguel de um novo terreno, em frente à sede da Polícia Federal (PF), onde Lula está preso desde o dia 7 de abril. A decisão ocorre após protestos de moradores da região contra a ocupação.

“Depois de proibirem a gente de deixar as barracas na Praça Olga Benário , os movimentos resolveram locar o terreno, que é privado, onde vai funcionar como ponto para os nossos atos”, explicou Regina Cruz, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) do Paraná.

No mês passado, a Justiça autorizou o uso de força policial para retirar as barracas dos simpatizantes do ex-presidente. Os impasses contribuíram com o enfraquecimento do movimento. Nos primeiros dias da prisão de Lula, segundo dados da revista Carta Capital, a média diária era de 500 a 600 pessoas. Hoje, cerca de 50 militantes permanecem no local.

“Não é a quantidade de pessoas que importa, mas a luta, a resistência, o grito de guerra e nossa presença nas ruas e nas vigílias. Duas vezes por dia acionamos as redes sociais. Recebemos apoio de todo o país. Uma vez por semana fazemos uma prestação de conta de tudo o que acontece”, ponderou Edna Dantas, militante do movimento por moradias populares em Curitiba, que desde o primeiro dia está à frente da organização.

Já Gleisi Hoffman preferiu comemorar, nesta quarta-feira (18), o apoio e a solidariedade ao PT e a Lula, após ter sido alcançada a marca de R$ 1 milhão por meio de financiamento colaborativo. Nesse contexto, voltou a destacar o papel da vigília.

“Como dissemos quando a vigília foi iniciada, nós não vamos sair de lá sem o Lula. A vigília se tornou uma referência da resistência, da luta e, principalmente, da solidariedade ao Lula. Ela continuará enquanto continuar essa injustiça com ele”, disse.

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Em artigo, Lula questiona seus algozes: “Por que vocês têm medo que eu fale”

“Aqueles que não querem que eu fale, o que vocês temem que eu diga? O que está acontecendo hoje com o povo? Não querem que eu discuta soluções para este país? Depois de anos me caluniando, não querem que eu tenha o direito de falar em minha defesa? Fizeram tudo isso porque têm medo de eu dar entrevistas?”, indaga o ex-presidente Lula em artigo publicado nesta quinta-feira

247 – “Aqueles que não querem que eu fale, o que vocês temem que eu diga? O que está acontecendo hoje com o povo? Não querem que eu discuta soluções para este país? Depois de anos me caluniando, não querem que eu tenha o direito de falar em minha defesa? (…) É para isso que vocês, os poderosos sem votos e sem ideias, derrubaram uma presidente eleita, humilharam o país internacionalmente e me prenderam com uma condenação sem provas, em uma sentença que me envia para a prisão por ‘atos indeterminados’, após quatro anos de investigação contra mim e minha família? Fizeram tudo isso porque têm medo de eu dar entrevistas?”. Indaga o ex-presidente Lula em artigo publicado nesta quinta-feira no jornal Folha de São Paulo.

Leia a íntegra do artigo do ex-presidente Lula:

“Estou preso há mais de cem dias. Lá fora o desemprego aumenta, mais pais e mães não têm como sustentar suas famílias, e uma política absurda de preço dos combustíveis causou uma greve de caminhoneiros que desabasteceu as cidades brasileiras. Aumenta o número de pessoas queimadas ao cozinhar com álcool devido ao preço alto do gás de cozinha para as famílias pobres. A pobreza cresce, e as perspectivas econômicas do país pioram a cada dia

Crianças brasileiras são presas separadas de suas famílias nos EUA, enquanto nosso governo se humilha para o vice-presidente americano. A Embraer, empresa de alta tecnologia construída ao longo de décadas, é vendida por um valor tão baixo que espanta até o mercado.

Um governo ilegítimo corre nos seus últimos meses para liquidar o máximo possível do patrimônio e soberania nacional que conseguir —reservas do pré-sal, gasodutos, distribuidoras de energia, petroquímica—, além de abrir a Amazônia para tropas estrangeiras. Enquanto a fome volta, a vacinação de crianças cai, parte do Judiciário luta para manter seu auxílio-moradia e, quem sabe, ganhar um aumento salarial.

Semana passada, a juíza Carolina Lebbos decidiu que não posso dar entrevistas ou gravar vídeos como pré-candidato do Partido dos Trabalhadores, o maior deste país, que me indicou para ser seu candidato à Presidência. Parece que não bastou me prender. Querem me calar.

Aqueles que não querem que eu fale, o que vocês temem que eu diga? O que está acontecendo hoje com o povo? Não querem que eu discuta soluções para este país? Depois de anos me caluniando, não querem que eu tenha o direito de falar em minha defesa?

É para isso que vocês, os poderosos sem votos e sem ideias, derrubaram uma presidente eleita, humilharam o país internacionalmente e me prenderam com uma condenação sem provas, em uma sentença que me envia para a prisão por “atos indeterminados”, após quatro anos de investigação contra mim e minha família? Fizeram tudo isso porque têm medo de eu dar entrevistas?

Lembro-me da presidente do Supremo Tribunal Federal que dizia “cala boca já morreu”. Lembro-me do Grupo Globo, que não está preocupado com esse impedimento à liberdade de imprensa —ao contrário, o comemora.

Juristas, ex-chefes de Estado de vários países do mundo e até adversários políticos reconhecem o absurdo do processo que me condenou. Eu posso estar fisicamente em uma cela, mas são os que me condenaram que estão presos à mentira que armaram. Interesses poderosos querem transformar essa situação absurda em um fato político consumado, me impedindo de disputar as eleições, contra a recomendação do Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas.

Eu já perdi três disputas presidenciais —em 1989, 1994 e 1998— e sempre respeitei os resultados, me preparando para a próxima eleição.

Eu sou candidato porque não cometi nenhum crime. Desafio os que me acusam a mostrar provas do que foi que eu fiz para estar nesta cela. Por que falam em “atos de ofício indeterminados” no lugar de apontar o que eu fiz de errado? Por que falam em apartamento “atribuído” em vez de apresentar provas de propriedade do apartamento de Guarujá, que era de uma empresa, dado como garantia bancária? Vão impedir o curso da democracia no Brasil com absurdos como esse?

Falo isso com a mesma seriedade com que disse para Michel Temer que ele não deveria embarcar em uma aventura para derrubar a presidente Dilma Rousseff, que ele iria se arrepender disso. Os maiores interessados em que eu dispute as eleições deveriam ser aqueles que não querem que eu seja presidente.

Querem me derrotar? Façam isso de forma limpa, nas urnas. Discutam propostas para o país e tenham responsabilidade, ainda mais neste momento em que as elites brasileiras namoram propostas autoritárias de gente que defende a céu aberto assassinato de seres humanos.

Todos sabem que, como presidente, exerci o diálogo. Não busquei um terceiro mandato quando tinha de rejeição só o que Temer tem hoje de aprovação. Trabalhei para que a inclusão social fosse o motor da economia e para que todos os brasileiros tivessem direito real, não só no papel, de comer, estudar e ter moradia.

Querem que as pessoas se esqueçam de que o Brasil já teve dias melhores? Querem impedir que o povo brasileiro —de quem todo o poder emana, segundo a Constituição— possa escolher em quem quer votar nas eleições de 7 de outubro?

O que temem? A volta do diálogo, do desenvolvimento, do tempo em que menos teve conflito social neste país? Quando a inclusão dos pobres fez as empresas brasileiras crescerem?

O Brasil precisa restaurar sua democracia e se libertar dos ódios que plantaram para tirar o PT do governo, implantar uma agenda de retirada dos direitos dos trabalhadores e dos aposentados e trazer de volta a exploração desenfreada dos mais pobres. O Brasil precisa se reencontrar consigo mesmo e ser feliz de novo.

Podem me prender. Podem tentar me calar. Mas eu não vou mudar esta minha fé nos brasileiros, na esperança de milhões em um futuro melhor. E eu tenho certeza de que esta fé em nós mesmos contra o complexo de vira-lata é a solução para a crise que vivemos.”

Luiz Inácio Lula da Silva – Ex-presidente da República (2003-2010)

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TRE-MA manda quebrar sigilo de páginas que atacam Roseana Sarney

Publicações apócrifas querem difamar pré-candidata ao governo, diz advogada

Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão acatou pedido da pré-candidata a governadora Roseana Sarney (MDB) e quebrou o sigilo de páginas no Facebook que a atacaram. Em decisão tomada na última sexta-feira (13), o juiz Clodomir Sebastião Reis determinou a exclusão dos perfis sob pena de multa diária de R$ 1.000, diante da recusa do Facebook em fazê-lo extrajudicialmente.


Três das páginas, “Rosengana Sarney“, “Rosengana Roubalhey” e “Rosengana Maranhão“, estão fora do ar. Uma quarta, “Fora Roseana Sarney”, ainda está disponível. Há 20 dias, o pré-candidato a governador de São Paulo João Doria (PSDB) entrou com pedidos similares na Justiça. Com a quebra de sigilo, o tucano identificou que filiados ao PSB estavam por trás de acusações falsas.

Para embasar o pedido, a ex-governadora do Maranhão apresentou publicações como uma imagem em que ela é colocada dentro de um barco cheio de lama na página “Rosenaga Sarney”, ou é representada fantasiada de bruxa em cima de uma vassoura em “Rosengana Maranhão”. A página “Rosengana Roubalhey” fez alusão à dúvida que cerca a pré-candidatura da ex-governadora sobre sua real disposição em disputar. “Nossa, tô numa preguiça de ir fazer campanha… Aff”, publicou a página.

Em outra postagem, fez menção ao pai de santo Bita do Barão, tido como ligado ao ex-presidente José Sarney (MDB), pai de Roseana. A pré-candidata se diz católica e vê associações a religiões com matriz africana como forma de tentar difamá-la. “Termina essa oração logo, pastor… Hoje é sexta-feira e tem terecô [dança de cultura popular] no terreiro do Bita do Barão. Não posso perder”, diz uma.

Em outra publicação, ela é retratada como elitizada. “É pecado comer lagosta, jogar carteado e beber vinho cabernet dia de Corpus Christi?”, pergunta. Por serem páginas e perfis apócrifos, a advogada de Roseana, Anna Graziella Neiva Costa, disse que as decisões de quebrar o sigilo “colocam a Justiça do Maranhão integralmente alinhada ao entendimento do TSE (Tribunal Superior Eleitoral de combater fake news [notícias falsas] e lutar por eleições limpas”.

Na peça, ela alega que as “postagens com conteúdo de propaganda eleitoral antecipada negativa em desfavor da ex-governadora que a agridem e difamam com a finalidade de trazer prejuízos à sua campanha eleitoral, concluindo que as postagens em página anônima têm o condão de desequilibrar o pleito”.

O juiz diz, em sua decisão, que Roseana “se insurge contra propaganda reputada irregular (antecipada e negativa), onde constam postagens com o intuito de denegrir a imagem da representante”. “Analisando o conteúdo das postagens impugnadas, tenho que elas extrapolam os limites da liberdade de expressão, na medida em que ostentam afirmações que imputam à pré-candidata postura social e prática de atos incompatíveis com o exercício de mandato eletivo”.

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Maranhão: Entre o comunista e o clã Sarney

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No Maranhão, Roseana Sarney (MDB) vai tentar retomar o poder no estado. Se vencer as eleições ao governo, será o quinto mandato da filha de José Sarney.

Mas quem lidera as pesquisas até aqui é Flávio Dino, o governador comunista que nas últimas eleições desbancou — no primeiro turno — o clã Sarney depois de cinco décadas.

O tucano Roberto Rocha apresenta-se como terceira via. O deputado estadual Eduardo Braide (PMN) ainda não cravou se vai tentar correr por fora.

No Senado, Edison Lobão, aos 81 anos, acreditem, tentará a reeleição para ficar mais 8 anos em Brasília.

Também pontuam nas pesquisas a deputada federal Eliziane Gama (PPS), aliada de Dino; Weverton Rocha (PDT), também com o apoio de Dino; e Sarney Filho (PV), ex-ministro do Meio Ambiente de Michel Temer e irmão de Roseana. O ex-governador José Reinaldo (PSDB), ex-aliado de Sarney, é outro que está na briga por uma das duas vagas.

Dos 18 deputados federais, o único que não vai se candidatar neste ano é Pedro Fernandes (PTB), que lançará o filho — o vereador Pedro Lucas — em seu lugar.

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