Vila Progresso – Jeisael defende sobre parceria prática do poder público junto às comunidades

Na última sexta-feira, 29, o pré-candidato a prefeito de São Luis, Jornalista Jeisael Marx, esteve reunido com os moradores da Vila Progresso, a convite da presidente da Associação daquela comunidade, Maria Cosma, e do líder comunitário Ferreira SF Filho.

Jeisael falou, mais uma vez, sobre a ideia de descentralização da gestão municipal através das subprefeituras. Mas falou também que é preciso atuar junto às comunidades em parceria, de forma prática.

“O poder público municipal precisa estar presente nas comunidades, de verdade, e não somente na propaganda. Prefeito presente é aquele que discute diretamente com o povo durante todo o mandato, e não aquele que só é presente em momentos de crise. É possível fazer um monte coisas, obras pequenas, em parceira com a própria comunidade, em regime de mutirão. A prefeitura fornece material, por exemplo, e a comunidade, a mão de obra”, assinalou.

Jeisael disse que isso não é algo distante ou impossível, e citou o Mutirão Rua Digna, do governo Flavio Dino, como exemplo. Lembrou também que em muitos bairros, alguns comunitários e vereadores encabeçam ações dessa natureza. “E por que a Prefeitura não faz? Porque falta um modelo de gestão voltado para a base, para a comunidade. Nós defendemos um lema: prefeito cidadão, cidadão prefeito”, salientou.

Alguns membros da igreja evangélica também participaram da reunião, como o Pastor Elson Mota, da igreja Paz Church, o advogado James Raposo e o empresário Leandro Dourado. Eles estiveram durante a semana visitando famílias da Vila Progresso, e estão em mobilização para levar alguns serviços voluntários e melhorias.

“Nós sabemos que sozinhos não somos tão fortes. E por isso, estamos aqui, sem interesses outros que não sejam apenas de contribuir de forma positiva com a vida das pessoas. Mas, nós precisamos fazer isso juntos, com todos vocês”, exortou o Pr. Elson.

Um dia antes, Jeisael já havia visitado a comunidade para conferir a situação das ruas, a pedido de alguns moradores. A Caema fez a instalação de tubos de esgoto na área, mas não recompôs a camada asfáltica. Há uma grande erosão na rua de acesso à comunidade causada pelas águas da chuva, o que pode deixá-la isolada se nada for feito a tempo. Alguns carros já não conseguem passar. Os moradores pretendem, em regime de mutirão, tentar recuperar a rua com entulho e sacos de terra.

Ao passar em frente à Associação, Jeisael foi provocado em tom de brincadeira por populares, resolveu logo ajudar a dar uma mãozinha de tinta nas paredes do prédio, com seu jeitão espontâneo conhecido do público. Também foi “intimado” a participar da reunião que já estava marcada para o dia seguinte, sexta-feira, e não se fez de rogado.

“A gente gostou muito de ver ele aqui. A gente só via pela televisão. O povo aqui gosta muito dele. É legal ver que ele tem umas ideias muito boas”, disse uma moradora, após posar para foto ao lado do apresentador.

Kiel Martins

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Tarde de homenagens a maranhenses perseguidos pelo regime militar

 Foi com muita emoção e ao som da música “Oração Latina”, verdadeiro hino escrito pelo compositor maranhense César Teixeira, que na tarde deste sábado (30), em cerimônia na Praça Maria Aragão, em São Luís, o governador Flávio Dino assinou Projeto de Lei que concede pensão especial ao líder camponês Manoel da Conceição, lesionado por ação policial no período da ditadura militar.A assinatura foi um dos atos que marcaram uma tarde de homenagens a maranhenses que tiverem direitos violados pelo autoritarismo do regime militar, vigente de 1ª de abril de 1964 até 1985. A memória da médica Maria Aragão e do jornalista Bandeira Tribuzzi – ambos já falecidos – foi celebrada.A ideia do Projeto de Lei é garantir reparações ainda possíveis a Manoel da Conceição, uma das vítimas das graves violações de direitos humanos deixados por governos autoritários. Para o governador Flávio Dino, o Projeto de Lei de indenização a Manoel da Conceição e a homenagem a memória dos maranhenses perseguidos pela ditadura é um “ato de justiça histórica”.Dino fez questão de realçar a importância do Projeto de Lei de indenização ao líder camponês Manoel da Conceição, vítima de violência praticada por agentes do Estado. “Infelizmente há 55 anos houve uma ruptura da ordem democrática, um desrespeito à Constituição”, lamentou o governador.

Maranhenses vítimas da ditadura foram homenageados. (Foto: Gilson Teixeira)

O governador ressaltou, ainda, que a homenagem é também um “ato educativo”, para que outros episódios lamentáveis não se repitam na história brasileira e “para que toda a sociedade brasileira, especialmente a maranhense, tenha em primeiro lugar o apreço, o respeito, a defesa da democracia e da Constituição como valores permanentes para que a gente possa viver em uma sociedade boa, uma sociedade digna e decente para todos”.“Aqui no Maranhão não se comemora a ditadura e nem se celebra a memória de nenhum ditador”, afirmou o governador.HomenageadosEm uma cadeira de rodas e emocionado, Manoel da Conceição agradeceu a homenagem. “Estou agradecendo isso de coração, isso que vocês estão fazendo de bom para todos nós. Vamos em frente”, disse o líder camponês.

Maranhenses vítimas da ditadura foram homenageados. (Foto: Gilson Teixeira).

O advogado Mário Macieira, neto de Maria Aragão, agradeceu pelo ato simbólico em referência à trajetória de luta da sua avó. “Quero fazer um agradecimento todo especial ao governador Flávio Dino, camarada que marca, nesse período triste da nossa história, um contraponto aos aspirantes de ditadores. Não voltaremos a viver aqueles anos tristes que vitimaram tantas pessoas”, ressaltou o advogado.Bandeira Tribuzzi foi representado por sua neta, Gabriela Campos. Em sua fala, Gabriela lembrou que sua mãe nasceu de sete meses porque a esposa do poeta foi vítima de violência durante o Estado de Exceção. “É uma homenagem justa. Eu só tenho que agradecer ao governador, em um momento como esse em que políticos comemoram o aniversário da ditadura”, pontuou Gabriela.

Maranhenses vítimas da ditadura foram homenageados. (Foto: Gilson Teixeira).

Biografia de Manoel da ConceiçãoManoel Conceição Santos nasceu em 1935, no município de Pirapemas (MA), numa comunidade chamada Pedra Grande, e esteve engajado na luta camponesa por acesso à terra para trabalho e moradia desde a juventude.Em 1968, quando estava presidente do Sindicato de Trabalhadores Rurais de Pindaré, Manoel foi alvejado com três tiros de revólver no pé esquerdo e dois tiros de fuzil no pé direito, em uma ação da Polícia Militar do Estado do Maranhão. Sem os cuidados ideias, Manoel acabou sendo submetido à amputação da perna direita.Conforme Relatório da Comissão Nacional da Verdade, Manoel Conceição Santos foi vítima de oito prisões ilegais entre os meses de fevereiro e setembro de 1972, bem como submetido à tortura no Destacamento de Operações de Informação – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI).

Por Genivaldo Abreu

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Prefeito agradece intermédio do deputado Márcio Honaiser pelo início das obras na MA-006

Em sua última visita a São Luís, o prefeito de Fortaleza dos Nogueiras, Aleandro Passarinho, cumpriu agenda em várias secretarias e aproveitou a oportunidade para agradecer pessoalmente ao deputado estadual Márcio Honaiser pelo início das obras de recuperação na MA-006, nos trechos entre Fortaleza dos Nogueiras e Entroncamento e Fortaleza dos Nogueiras e Formosa da Serra Negra.
“Graças à intercessão do deputado Márcio Honaiser junto ao governo estadual, a situação da estrada está sendo melhorada. Só temos a agradecer”, disse o prefeito Aleandro.

Honaiser vinha pleiteando essa obra junto ao secretário da Sinfra, Clayton Noleto e, por intermédiodo deputado, o secretário de infraestrutura do município, José Ribamar Pereira de Oliveira, esteve com equipes da Secretaria de Infraestrutura do Estado e da empresa responsável pela obra, para que a ação começasse.
“Esse é o nosso compromisso, continuar ajudando Fortaleza dos Nogueiras e o Sul do Maranhão. Podem sempre contar comigo, como deputado e secretário estadual”, reiterou o deputado licenciado, que agora também é secretário de estado de Desenvolvimento Social.
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Jeisael defende gestão descentralizada em reunião no Bairro de Fátima

O jornalista Jeisael Marx falou pela primeira vez publicamente o que pensa em oferecer à população como opção para a cidade caso reúna as condições para ser candidato a prefeito de São Luís por algum partido em 2020: gestão descentralizada.

Em reunião com a comunidade do Bairro de Fátima, na noite desta segunda-feira, 25, Jeisael disse que, no Brasil, nenhuma cidade do porte de São Luís ainda mantém uma estrutura administrativa tão arcaica, atrasada em pelo menos 20 anos. “É preciso discutir com a população e oferecer uma opção de gestão moderna e descentralizada, para que o serviço público chegue, de fato, a quem mais precisa, que são as pessoas nas comunidades, nos bairros, na periferia”, enfatizou.

Para isso, a opção, segundo o jornalista, é “implantar uma gestão horizontal e descentralizada”, com a implementação de “unidades gestoras regionais”, as chamadas subprefeituras.

É importante salientar que os ex-prefeitos Tadeu Palácio e João Castelo prometeram a implantação de subprefeituras e não fizeram, assim como o atual prefeito, Edvaldo Holanda Jr. Questionado, Jeisael afirmou que isto prova o atraso que é a estrutura administrativa da capital maranhense, e que ninguém teve coragem e vontade de dar um passo adiante nesse sentido.

“As unidades de Gestão Descentralizada – ou subprefeituras, como queiram – não podem existir somente no papel, e o subprefeito não pode ser apenas uma figura decorativa, como é hoje com o único subprefeito que dizem ter na cidade. Essas unidades precisam ter orçamento e autonomia financeira, por exemplo, para resolver pequenos problemas que se amontoam nos bairros e ficam esperando e esperando até que uma secretaria ou outra venha resolver, senão de nada adianta”, criticou.

No evento, o pré-candidato convidou a população para discutir essa opção e até apresentou o que seria o organograma de uma subprefeitura, que além do subprefeito contaria com superintendentes das áreas mais demandadas, como Saúde, Educação, Obras e Pequenos Reparos, Relações com as Comunidades etc. Disse ainda que é preciso discutir a opção de “enxugar a máquina pública”, para dar eficiência e agilidade nas ações e reações da prefeitura aos problemas da cidade.

“Não adianta querer discutir firulas, quando ainda precisamos resolver o básico, a população precisa se indignar, e deixar de dar ouvidos a quem não sabe o que é viver numa rua sem asfalto, o que é andar de ônibus, o que é enfrentar uma enchente”, disse Jeisael.

Ao lembrar da época em que morou em bairros como a Cidade Olímpica, Jardim São Cristóvão, São Bernardo e Cohatrac, Jeisael Marx afirmou que só sabe o que é conviver com os problemas nas comunidades, quem de fato viveu ou vive esses problemas. “Não adianta o cara vir aqui e dizer na minha cara que entende o que o povo passa, se esse cara nasceu filho de família rica, sempre morou em bairro nobre e anda até hoje em carro de luxo com motorista”, indignou-se.

O ambiente estava lotado por populares, e diversas lideranças políticas e comunitárias marcaram presença no evento, reforçando a ideia de discutir um novo projeto de gestão para São Luís baseado nas necessidades das pessoas nas comunidades.

Estiveram no local os vereadores Beto Castro e Marcelo Poeta; o suplente de vereador Domingos Paz, assim como vários líderes comunitários de todos os cantos da cidade, a exemplo de “Pé no chão”, da Vila Cascavel; Paca, da Vila Lobão; Júnior Nazaré, do pólo Cidade Operária; Luiz Guterres, da Vila Passos, que já foi candidato a vereador; Mendonça, do Jambeiro; Ferreira SF, do bairro São Francisco; Domingos Matos, pres. da União de Moradores da Isabel Cafeteira; Seu Ivo, pres. da Associação Comunitária do Jardim Conceição, Alan Kardec, articulador político; e também o secretário adjunto de articulação política do Maranhão, Ednaldo Neves.

Jeisael pretende levar o assunto para ser discutido com a cidade, e alfinetou: “gestão descentralizada é a nossa bandeira, a ideia é boa, tanto que daqui a pouco aparece outro por aí querendo dizer que teve a mesma ideia. Mas, tudo bem. Pra mim, o que importa é imaginar que isso seja possível um dia, e a cidade possa experimentar uma nova forma de gestão, moderna e descentralizada, pensando no bem estar das pessoas. Podem copiar. A ideia é boa”, sorriu.

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Deputado Zé Inácio realiza audiência pública para explorar a respeito da preservação da água

Em comemoração ao Dia Mundial da Água, a Assembleia realizou audiência pública, na tarde desta sexta-feira (22), no auditório Fernando Falcão, sobre a importância da água no planeta Terra e a relevância de sua preservação para a sobrevivência dos ecossistemas. O deputado Zé Inácio (PT) coordenou o evento por ser o autor da iniciativa, que atendeu proposta do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas no Estado do Maranhão (STIU-MA).

Compuseram a mesa de debate o deputado Wendel Lages (PMN); o presidente do STIU-MA, Fernando Antônio Pereira; o diretor-presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (CAEMA), Carlos Rogério Araújo; a presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT/MA), Adriana Oliveira; o superintendente de Planejamento Estratégico da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de São Luís (SEMMAM), Breno Nogueira; o diretor de desenvolvimento associativo da Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento (Assemae), Ronald Damasceno, e o presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil no Maranhão (CTB), Joel Nascimento.

A Organização das Nações Unidas (ONU) criou, em 1993, o Dia Mundial da Água, comemorado dia 22 de março. Em razão disso estamos realizando essa audiência pública para debater sobre a importância da água para a vida e a preservação dos ecossistemas, em nível mundial, e de políticas que garantam o acesso a esse bem de grande valia, que é indispensável para a existência humana. Nesse debate estão  atores importantes que têm o compromisso público de garantir o acesso à água”, esclareceu Zé Inácio.

Na ocasião, Wendel Lages defendeu a execução de políticas públicas que conscientizem a população sobre o uso correto da água. “Tendo em vista que a água é um bem necessário a todos os seres vivos, nada mais justo que todos nós discutamos a melhor forma de garantir o acesso a esse bem essencial á vida”, complementou.

Debate

Segundo Breno Nogueira, o debate sobre o uso da água é muito pertinente e de fundamental importância. “A água é um bem finito e, mundialmente, precisa ser melhor cuidada. Não podemos desperdiçá-la. Para tanto, precisamos debater e elaborar políticas públicas que possam garantir o uso sustentável da água. Estamos à disposição para contribuir com esse debate”, assinalou.

O caso da Caema

Os trabalhadores da Caema, presentes em bom número, manifestaram suas preocupações quanto ao futuro da empresa e, também, teceram críticas às gestões desse órgão. “A Caema é uma empresa viável e o seu maior problema é de gestão. Fazem uso político da Caema. Tenho orgulho de trabalhar na Caema. É preciso que o governo abra suas portas à participação de todos”,salientou Ana Tereza.

Por sua vez, a ex-presidente do STIU-MA Suely Gonçalves questionou a indefinição da legislação em nível municipal e estadual quanto à gestão da política pública de saneamento. “Saneamento não é só obras. O Plano Diretor de São Luís passa por processo de revisão. A ONU definiu o período de 2018/2028 como a década da água. Temos que ter outros atores envolvidos nesse debate como, por exemplo, a secretaria de Estado das Cidades a quem a Caema é vinculada”, advertiu.

Vaner Almeida externou preocupação quanto as MPs de nº 844 e 868, do Governo Federal, que segundo ele escancaram o setor de saneamento para a privatização. “Temos que abrir os olhos. Está em curso, no Brasil, uma forte investida do setor privado na área de saneamento. Se não agirmos quem vai pagar a conta é a sociedade. Por isso, o maranhão precisa ter uma política pública de saneamento”, frisou.

“O setor de saneamento está em disputa no mercado. Água não é mercadoria! Não podemos aceitar que 101 prefeituras não paguem os serviços da Caema. É preciso uma definição sobre a direção da Caema e que se priorize os trabalhadores da casa. Queremos que a Caema dê certo e mantenha um serviço de qualidade”, destacou Antônio Pereira, presidente do STIU-MA.

O diretor-presidente da Caema disse que a empresa, hoje, produz quatro milhões e trezentos mil litros de água por segundo, quantidade suficiente para abastecer uma cidade de 1, 5 milhões de habitantes. “E São Luís tem, hoje, apenas 1,3 milhões de habitantes. Então temos esse problema equacionado. Porém, temos uma perda inconcebível de 63%. É aí que precisamos corrigir. A Caema se viabiliza pela ação de redução e controle de perda. Para isso é preciso investimento”.

Nesse sentido, Carlos Rogério anunciou que estão avançadas as tratativas com um grupo francês visando a captação de R$ 226 milhões para investir no programa de redução e controle de perda. “Temos avançado. Mas ainda falta muito porque acumulamos um passivo significativo. O governador Flávio Dino (PCdoB) não tem medido esforços para tornar a Caema uma empresa viável”, reconheceu.

Não à privatização

Ronald Damasceno enfatizou que enquanto o resto do mundo está fazendo o caminho de volta a estatização, devido ao fracasso das privatizações do setor de saneamento, o Brasil por meio do governo Bolsonaro está indo na contramão ao defender a privatização do setor. “Não precisamos ir longe porque temos um exemplo de fracasso de privatização aqui dentro da grande ilha, que é a desastrosa experiência de privatização do saneamento em São José de Ribamar”, complementou.

Encaminhamentos

Ao final, foram aprovados os seguintes encaminhamentos: 1 – Formação de uma comissão para elaborar proposição legislativa sobre a política pública estadual de saneamento e minuta dos limites do Parque do Bacanga; 2 – Apresentar indicação a ser encaminhada ao prefeito de São Luís sugerindo a implantação do setor de saneamento na estrutura da Secretaria Municipal de Meio Ambiente; 3 – Propor uma vistoria da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia à área de plantio de soja da empresa Agroceres, no município de Mirador (MA), que ameaça à nascente do Rio Itapecuru; 4 – Articular reunião com o governador para discutir pauta de reivindicações do STIU-MA; 5 – Realizar reunião para debater sobre desapropriações na área do Italuís; 5 – Intensificar a articulação para a implantação dos Comitês de Bacias;

Da assessoria

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