Atendimento da Caixa por telefone para tirar dúvidas sobre o FGTS tem problemas

A assessoria de imprensa da Caixa informou que o banco “está atuando para a normalização do serviço”.

O serviço da Caixa Econômica Federal para tirar dúvidas a respeito do saque de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pelo telefone apresentou instabilidade nesta terça-feira (14). A assessoria de imprensa da Caixa informou que o banco “está atuando para a normalização do serviço”.

O G1 fez 5 tentativas de atendimento pelo telefone 0800 726 2017, sem sucesso em nenhuma delas.

A Caixa também disponibiliza um link para tirar dúvidas sobre os saques, www.caixa.gov.br/contasinativas. Até as 19h desta terça, o site já havia registrado mais de 14 milhões de acessos.

Quem tem direito ao saque

A partir de março, mais de 30 milhões de trabalhadores terão direito a retirar o dinheiro de contas inativas até dezembro de 2015 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Antes, só tinha direito a sacar o FGTS de uma conta inativa quem estivesse desempregado por, no mínimo, três anos ininterruptos. Agora, a pessoa que pediu demissão ou foi demitida por justa causa até 31 de dezembro de 2015 vai poder sacar o saldo que ficou na conta.

Tem direito a sacar o dinheiro do FGTS quem tem saldo em uma conta inativa até 31 de dezembro de 2015. Uma conta fica inativa quando deixa de receber depósitos da empresa devido à extinção ou rescisão do contrato de trabalho. O trabalhador deve estar afastado do emprego pelo menos desde o fim de 2015.

O trabalhador, no entanto, não pode sacar o FGTS de uma conta ativa, ou seja, que ainda receba depósitos pelo empregador atual.

De acordo com o governo, são mais de R$ 43 bilhões parados nessas contas e o governo calcula que, desse total, R$ 34 bilhões serão sacados por trabalhadores.

Os saques vão acontecer até o meio do ano. Mais da metade dos trabalhadores tem, no máximo, R$ 500 para sacar, segundo o governo. Outros 24% têm saldo entre R$ 500 e R$ 1.500. Os dois grupos representam 80% do total de pessoas com direito a sacar o dinheiro. Os demais têm mais de R$ 1.500 a receber.

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