Chapa 2 quer mudança após 16 anos de descaso

Membros da chapa 2 “Unidos pela Mudança”, sócios do Sindicato de Asseio e Conservação (SEEAC/MA), vem sofrendo uma série de constrangimentos e falsas acusações por parte do senhor Honésio Máximo Pereira da Silva, atual presidente do sindicato. Ele, em suas atribuições como chefe legal, mas mantendo o abuso de poder, está impedindo a participação dos integrantes sindicalistas a participarem de eventos congressistas, pois o mesmo se sente ameaçado em fracassar nas próximas eleições.


As reclamações por parte da categoria foram representadas por respostas em cartazes e panfletos. No conteúdo eles reivindicam mudança total da diretoria que está a mais de 16 anos no poder, podendo perpetuar por mais 6 anos. Os membros também lutam pelos benefícios que foram banidos, como o vale gás e auxílio funeral; a sede recreativa do próprio sindicato que nunca foi construída; uma renovação no piso salarial, além de outras questões referente a melhoria da classe.

“A categoria não está nada satisfeita com a situação atual. Honésio Máximo, não trabalha em equipe, pois tem buscado melhorias para si próprio e deixando a classe trabalhadora a mercê do descaso. Nosso foco principal é implantar uma nova política organizacional e dar qualidade de vida aos trabalhadores, além de efetivar uma administração transparente, pontuou Rutiene Vieira Matos, representante da chapa, acompanhado pelos membros Renato dos Santos Silva e Hilton Valois da Silva.

Na verdade, o atual presidente, se sente ameaçado pela classe oposicionista, que vem alavancando e planejando uma série de benefícios a curto, médio e  longo prazo, os quais foram retirados pela presente gestão.

Em nota de esclarecimento e respondendo as criticas da oposição, Honésio se mostra totalmente despreparado para segurar mais 6 anos de gestão a frente do sindicato. Ele usa palavras desafiadoras, que compromete sua estabilidade competente, ou seja, deixá-lo mais esse tempo no comando da categoria, pode ser um tempo perdido para a classe trabalhadora.

O último episódio da indignação da chapa de oposição, aconteceu no dia 25 de janeiro, após os seguranças de Honesio barrarem a entrada dos membros da classe no congresso sindical. Segundo a chapa, o presidente só aparece em época de eleição com o objetivo de ganhar voto, caso esse que fica claro o descuido total com os trabalhadores.
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