É inacreditável, quanto mais batem em Wellington, mais ele cresce nas pesquisas

Não era preciso ser um grande analista político ou um expert em eleições para prognosticar que  o candidato Wellington-11 seria a novidade desta campanha em São Luis.
No inicio desprezado, menosprezado, banalizado e minimizado por muitos setores da política e da imprensa, aos poucos Wellington foi se agigantando até se tornar uma opção real de poder para ocupar o mais alto posto político e administrativo da nossa capital.
Mas, nada é fácil e o candidato progressista sabe muito bem disso, até porque a palavra dificuldade sempre esteve presente na sua vida.
E não seria diferente ao entrar para a política num estado que, via de regra, sobrenomes ilustres ou ardis do mais diferentes tipos são condições sine qua non  para obter-se sucesso nesse ramo.
Segundo colocado nas pesquisas e com possibilidade já chegar na frente no segundo turno, Wellington passou a ser o escopo de adversários que por um momento acharam que o projeto Wellington prefeito-11seria apenas um “balão de ensaio”, uma “bolha”. Ledo engano!
O empresário de sucesso conseguiu viabilizar politicamente a sua candidatura articulando com as pessoas certas e com os partidos certos ao ponto de conseguir um bom tempo de tevê para se apresentar à população e debater suas propostas com a cidade.
Não é por acaso que Wellington apanha manhã, tarde e noite tanto por parte da campanha do candidato oficial dos palácios (Leões e La Ravadière) quanto da campanha da candidata oficiosa desses mesmos palácios.
Contudo, o projeto consistente liderado por Wellington entra naquela fase da campanha conhecida como “massa de bolo”, isto é, enquanto mais batem no candidato, mais ele cresce.
Não se trata apenas de ter uma visão empreendedora da gestão pública, no sentido de oferecer resultados práticos para a população. Vai além disso!
Wellington tem uma visão estratégica de São Luis e não há dúvidas de que ele pode reunir as condições necessárias para fazer pela nossa cidade algo parecido com que alguns gestores fizeram em relação a Fortaleza décadas atrás, transformando a capital cearense no que é hoje: um dos maiores e mais prósperos centros urbanos do Nordeste e do Brasil!
O prefeito Edivaldo perdeu essa grande oportunidade. Desperdiçou a chance que o povo lhe confiou ao elegê-lo em 2012, e, ao invés de implementar as mudanças prometidas naquela campanha,  preferiu passar mais da metade da sua gestão pondo a culpa de sua inoperância no antecessor. Pior: nada garante que um eventual segundo mandato seria muito diferente do primeiro, lamentavelmente.
Nesse sentido, não seria exagero afirmar que Edivaldo é um João Castelo de trinta e poucos anos, com a diferença que o velho Castelo já foi tudo neste estado.
“Vem cá, Bob, e Eliziane Gama, não poderia ser uma boa prefeita tanto quanto você acha que Wellington será?”, pode questionar um eleitor do 23.
Responderia que falta à Eliziene Gama a vontade, garra, coragem, inciativa, decisão, ousadia, firmeza, atitude, enfim, segurança em definir prioridades e projetos estratégicos para São Luis.
A nossa querida irmã tem dificuldades em saber o que quer e se complica todinha quando se vê em situações em que é preciso bater o martelo, definir os rumos.
Para gerir uma cidade com as demandas de São Luis não cabe alguém que tenha uma dor de barriga na “hora D” (de decisão).
É nesse contexto que muitos têm medo de Wellington, principalmente aqueles que tiveram a chance de trabalhar por São Luis e não quiseram, não souberam ou não se interessaram; e aqueles e aquelas que até podem querer, mas não sabem ou lhes faltam coragem.
Enfim, o povo grita por Wellington 11 a todo momento.
Por Robert Lobato
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