Nascido no Bairro de Fátima, Juíz aposentado Zé Carlos Madeira fará o diferencial nas eleições de 2020

“Nossos atuais pré-candidatos devem o passado. Disponho meu nome para retirar São Luís, do atraso que se encontra” Sebastião Madeira
Com o advindo das eleições municipais, estamos tendo a oportunidade de podermos mudar a história de São Luís, e mudar para melhor. Um nome digno, está sendo destacando no meio das nescessidades, às quais se encontram as comunidades. A população terá uma grande surpresa nessas eleições de 2020, com um nome que vai fazer a diferença, Zé Carlos Madeira, Juiz Federal aposentado, empreendedor, no seguimento do lazer e do entretenimento, de origem humilde, onde tudo que conquistou na vida foi com muita luta, decência e sabedoria. Nasceu em São Luís, e se criou no bairro de Fátima. O pré-vandidato a prefeito decSão Luís, Zé Carlos Madeira é daqueles cidadãos que respeita as diferenças e luta pelos direitos dos negros, dos homossexuais, das mulheres e das minorias discriminadas. Sempre usou a Lei para defender os mais pobres e injustiçados. diz sempre que ser revolucionário, hoje, não é só ser marxista leninista, é defender a Constituição, visto que o regime democrático é o único que garante as liberdades civis, o diálogo e o respeito às instituições. 

O Juíz aposentado salientou ainda, “Se existem entraves para a consolidação do exercício democrático, acreditar que o problema seja da democracia é, no mínimo, um raciocínio estrábico”, observa o homem de formação jurídica, ética e humanista-Zé Carlos Madeira. E defende, que precisamos fortalecer o exercício do Estado Democrático de Direito, rompendo com qualquer possibilidade que venha a solapar a justiça, a paz, os direitos das minorias, historicamente construídos pela lutas de homens e mulheres contra a intolerância de regimes totalitários. Todavia, vale ressaltar, que nada dessa prática nefasta está autorizada pela Constituição, tampouco caminha rumo à construção da justiça social. É preciso, pois, romper o paradigma do personalismo político e construir canais de diálogo com os movimentos sociais, com entidades de classe, com representações da sociedade civil organizada, com a juventude, com os estudantes, com os trabalhadores. Segundo Madeira, faz-se necessário coibir a violência de gênero, punir o racismo, educar para o respeito às diferenças e respeitar valor identitários de negros, mulheres, grupos LGBTs, bem como promover políticas públicas destinadas a todos que se encontram em condição de vulnerabilidade social.
Esse debate e suas respectivas ações precisam ser construídos, como forma de mostrar que aqui e agora é possível ,sim, edificar um mundo melhor, um país mais democrático e promissor, um estado com mais justiça social e uma cidade cidadã e feliz. No entanto, só se muda a realidade com determinação e luta. Afinal, teremos que defender, com veemência, os nossos direitos. De fato, teremos de endurecer, sem que jamais percamos a ternura. É com essa energia que o som das matracas, das orquestras e dos pandeirões inrompe as manhãs; “é na ‘Ilha do Amor’ que haveremos de construir a nossa história”, afirma Madeira. 

(in)capacidade de lidar com as múltiplas crises
De acordo com o pré-candidato a prefeito de São Luís, Sebastião Madeira, a nação democrática, num estado que tenha uma a crise da legitimidade, uma crise econômica, que se prolonga em precariedade do trabalho, em salários de pobreza, um terrorismo fanático que fratura a convivência humana, alimenta o medo cotidiano, e dá amparo as restrições à liberdade em nome dá segurança, uma violência crescente contra as mulheres que ousaram ser elas mesmas, uma galáxia de comunicação dominada pela mentira, agora chamada de pós verdade. Uma sociedade sem privacidade, nas quais nos transformamos em dados. E uma cultura denominada entretenimento, construída sobre o estímulo de nossos baixos instintos e a comercialização de nossos demônios. Existe, porém, uma crise ainda mais profunda , que tem consequências devastadoras sobre a (in)capacidade de lidar com as múltiplas crises que envenenam nossas vidas : a ruptura da relação entre governantes e governados. A desconfiança das instituições, em quase todo o mundo, deslegitima a representação política e portanto, nos deixa órfãos de um abrigo que nos proteja em nome do interesse comum. Uma das paixões de Zé Carlos Madeira é a festa junina, uma forte tradição cultural nordestina e Maranhense protagonizada pelo “Bumba Meu Boi”, símbolo da cultura do Maranhão. Que infelizmente não vai ser realizada por causa da Pandemia do Corona vírus que dizimou à população no Brasil e no mundo. (Fonte: Blog do Genivaldo Abreu)

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