Moradores de condomínio em Paço do Lumiar querem a presença da Polícia por se sentirem ameaçados pelo síndico

foto 1Moradores do Condomínio Plaza das Flores, localizado no município de Paço do Lumiar, tem reclamado constantemente da má administração do síndico Marcelo Rodrigues e Silva, e não é só isso, segundo eles, o mesmo tem gerado bastante desconforto, causando inclusive medo entre as pessoas que residem na localidade. A insatisfação é tanta, que já existe um abaixo-assinado pedindo a retirada do administrador.
Trechos de uma conversa enviada via whatsApp por um residente,mostram a revolta e a indignação dos moradores, que por meses, vem sofrendo com abusos e constrangimentos por parte da Direção. Segundo relatos, acontecem muitas confusões de moradores revoltados com a situação, e uma delas, o administrador teria defendido a pessoa que estava portando uma faca. A denúncia mostra ainda, que o próprio síndico com receio de sair do cargo, ameaça os moradores. Veja!!
foto 2Segundo os residentes,além de não entender absolutamente nada de coordenação, Marcelo Rodrigues carece de um comportamento moral e ético, que por várias vezes infringe as regras normativas tornando um abuso de poder por parte dele.
“Nós não aguentamos mais tanta autoridade sem respeito, ele parece mais um ditador de que um síndico. Não sabe ouvir os anseios das pessoas, cobra coisas indevidas, pede valores absurdos para compra de material de péssima qualidade, organizou um arraial no próprio condomínio sem autorização da Assembléia…enfim, estamos nos sentido ameaçados. Solicitamos a presença da Construtora Escudo para resolver o problema, mas nada foi feito. Agora queremos a presença da Polícia para tentar resolver o problema”, reclamou um morador que está se sentido ameaçado.
Moradores estão sofrendo represálias e pedem a presença da Polícia urgente para tentar resolver o problema. “Não aguentamos mais sofrer, existe um ditador que ameaça e agride de forma grosseira. Por favor, queremos que isso seja resolvido logo, não sabemos a quem mais recorrer. Pedimos até pelo amor de Deus que divulguem isso”, clama por socorro outra moradora do condomínio.
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Andréa Murad protagoniza a Baixaria na Assembléia Legislativa

andreaA deputada Andréa Murad (PMDB) protagonizou, nesta manhã de quarta-feira (15), espetáculo deprimente no plenário da Assembleia Legislativa ao agredir o líder do governo, deputado Rogério Cafeteira (PSC), pelo simples fato do mesmo ter solicitado à Mesa Diretora da Casa que fosse cumprido o Regimento Interno, já que a parlamentar, mesmo já tendo extrapolado seu tempo, permanecia na tribuna ameaçando parlamentares com um vocabulário chulo e impróprio para quem exerce mandato.
“Gostaria que a Mesa Diretora cumprisse o Regimento no que diz respeito aos horários para uso da tribuna”, solicitou o líder do Governo. Antes mesmo do deputado concluir sua questão de ordem, Andréa, nervosa e sem argumento para justificar sua insistência em continua na tribuna, se tremendo toda, partiu para a agressão: “V.Exª deveria era ter vergonha de ser o deputado que é” enfatizou a parlamentar, sem explicar o motivo da agressão. Em seguida se retirou da tribuna.
Indignado com a agressão gratuita, Rogério Cafeteira usou o tempo destinado ao seu partido e desafiou a deputada a ingressar com uma representação na Comissão de Ética da Casa e denunciar o que possui contra ele. “Se a senhora tem alguma coisa contra mim entre no Conselho de Ética. A senhora vive ameaçando deputados por conta da CPI, mas quero lhe dizer que a investigação dará a oportunidade de seu pai se defender da graves acusações que pesam contra ele”, observou Cafeteira.
O nervosismo da parlamentar, segundo comentários comentários nos bastidores do Poder Legislativo, está relacionado com a CPI que vai investigar denúncias de corrupção na gestão do seu pai, ex-deputado Ricardo Murad, na secretaria de Saúde do Estado na gestão desastrosa de Roseana Sarney.
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Presidente do CREA visita o secretário Marcio Jerry

O presidente do CREA-MA, engenheiro mecânico Cleudson Campos, visitou cordialmente o secretário de Articulação e Assuntos Federativos do Governo do Estado, jornalista Márcio Jerry Barroso. O secretário confirmou a audiência que o governador Flávio Dino concederá às lideranças da engenharia maranhense na próxima semana.Os dois ainda conversaram sobre as lutas de que participaram quando atuavam na liderança estudantil.
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Crea verifica regularidade de profissionais e empresa

COMUNICADO
               Comunicamos aos interessados, pessoa física e jurídica, registrados no Sistema CONFEA/CREA/MA, que este Conselho Regional, estará realizando um levantamento nas anuidades dos seus integrantes, para verificar a regularidade dos mesmos. A medida a ser tomada, tem amparo nos ditames do artigo Art. 64, da Lei nº 5.194/66, que determina: “Será automaticamente cancelado o registro do profissional ou da pessoa jurídica que deixar de efetuar o pagamento da anuidade, a que estiver sujeito, durante 2 (dois) anos consecutivos, sem prejuízo da obrigatoriedade do pagamento da dívida”.
           No intuito de evitar constrangimentos e a tomada de medidas que venham a manchar a boa relação entre as partes, convidamos V.Sa. a comparecer à sede do CREA/MA ou nas Inspetorias e Escritórios correspondentes, a fim de providenciar a regularização.
              Para tanto, o Presidente do CREA/MA, o engenheiro mecânico, Cleudson Campos de Anchieta, no intuito de estimular a regularização dos seus registrados, emitiu a Portaria nº 166, de 23 de fevereiro de 2015, na qual, determinou mudanças na cobrança de anuidades em atraso de profissionais e pessoas jurídicas registradas no CREA-MA, aprovando, ad referendum do Plenário, as seguintes medidas:
1. O cancelamento da Decisão PL-CREA/MA nº 9, de 01 de fevereiro de 2011;
2. Que a penalidade de cancelamento de registro por ausência de pagamentos de anuidade de profissional ou pessoa jurídica será aplicada se comprovada a ausência de pagamento de anuidades por, no mínimo, 2 (dois) anos consecutivos;
3. Que os processos de cobrança de anuidade de profissionais e pessoas jurídicas que estiverem em débito com mais de 2 (duas) anuidades, ficam obrigados ao pagamento relativo somente aos 2 (dois) últimos anos.
              Nesse sentido e contando com a atenção de todos
     Subscrevemo-nos.
        São Luis/MA, 13 de julho de 2015.
      Cleudson Campos de Anchieta
      Presidente do CREA/MA
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Polícia Federal admite que não consegue provar o que é propina e o que é doação de campanha

O ponto essencial da Lava Jato ainda está para ser esclarecido, informa editorial da Folha intitulado “Doação ou Propina,” publicado há dois dias.
Questão essencial numa investigação que teve início em 2006, o problema é tentar distinguir quem agiu dentro da lei e quem cometeu crimes. Não se sabe disso, ainda – nove anos depois das primeiras investigações da Lava Jato.
Não sou eu quem diz. Nem a Folha. É a Polícia Federal.  E é um fato tão surpreendente que permite entender porque, na falta de elementos reais para sustentar o que diz, a acusação já esteja apelando para a velha teoria do domínio do fato, conforme denuncia Renato Mello Jorge da Silveira, que é somente vice-diretor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.
Vamos por partes. O jornal reconhece no editorial  que “em relatórios enviados ao Supremo Tribunal Federal, a Polícia Federal diz que, em alguns casos, dispõe de “elementos iniciais” a indicar que a doação eleitoral foi utilizada como forma de corrupção.”
Além de reconhecer essa dúvida crucial, o jornal lembra  que a própria PF “ressalta a necessidade de aprofundar as análises.”
Pois é assim, meus amigos.
Embora a oposição faça força para colocar o impeachment na agenda política – não conseguiu, mas não custa tentar – na vida real, quando é preciso encarar os fatos e as provas, a Polícia Federal não consegue sustentar uma denúncia. Fala que é preciso “aprofundar as análises.”
Imagine quantas análises poderiam ser “aprofundadas”  sobre quaquer coisa: o PSDB, a Polícia Federal…
Há dúvidas, sim.
E você, que pensava que, na dúvida, a Justiça beneficia o réu. 
Nada disso.
“Prende-se primeiro para apurar depois,” já observou, com amargura crescente, o ministro Marco Aurélio Mello.
Pois o jogo é este, ainda que seja um escândalo na consciência de toda pessoa que aprendeu que toda pessoa é inocente até que se prove o contrário.
Teria sido correto, do ponto de vista das pessoas acusadas e também do interesse do país, apurar e investigar em segredo, até que tudo estivesse esclarecido, certo? Não é isso o que se espera numa sociedade democrática?
Claro que não haveria o carnaval, nem seria sido possível usar denúncias da Lava Jato como um balão de oxigênio para uma candidatura geneticamente raquítica, vamos combinar.  
A dificuldade para distinguir o certo do errado, o legal do ilegal,  consiste em saber aonde se encontra a fronteira entre uma coisa e outra  quando se trata de financiamento de campanha de empresas privadas.
A realidade é que estamos falando de um universo promíscuo que prevê e autoriza a mistura interesses públicos e privados.
Embora o assunto seja uma eleição, o ponto essencial não é preferencia política, muito menos ideologia. Mas dinheiro.
É essa a legislação em vigor no Brasil em 2014, em 2010, em 2006 – e ela acaba de ser confirmada pelo Congresso, não é mesmo?
Chego a achar graça quando leio a transcrição de diálogos – reconstituídos pela memória ativada de quem passou meses de cadeia que podem transformar-se em décadas em caso de pena integral – em tom dramático, que procuram incriminar quem pede e inocentar quem paga.
Estamos falando de quem negocia bilhões de reais, para cá e para lá. Dinheiro puro, sem ideologia. Vamos falar em cortesia e boas maneiras?  
O jogo sempre foi este e é para ser este: pedir e prometer, pagar e esperar. É assim na campanha. Depois da contagem dos votos, a situação se inverte. Quem pagou se faz de difícil e ameaça atrasar a obra diante de qualquer dificuldade – que pode ser inventada. Quem está no governo precisa se virar para não perder prazos nem ser denunciado como suspeito.
Eu acho errado, do ponto de vista político. Implica em negar a democracia como aquele regime no qual um homem=um voto. Também é absurdo, quando se pensa na imensa força que grandes grupos econômicos adquirem nos assuntos de Estado. Mas é o jogo, a lei.  Ela não veio para esclarecer, mas para confundir.
É assim nos Estados Unidos, onde vigora a legislação que serve de modelo à brasileira. Lá, e aqui, o que se quer  é construir um toma-lá-dá-cá autorizado.
É uma conversa que pode ser tão perigosa e constrangedora que, nas convenções partidárias dos partidos políticos norte-americanos, grandes empresas pagam dezenas de milhares de dólares só pelo direito de sentar-se, num ambiente a meia-luz, no qual não é possível reconhecer quem senta-se a mesa ao lado, apenas para falar de contribuições eleitorais e investimentos de campanha.
Nessa situação, onde é difícil provar o que se diz, não surpreende que tenha surgido, na Lava Jato, uma versão da conhecida teoria do “domínio do fato”, que serviu para justificar condenações sem prova na Ação Penal 470.
Quem explica é Renato Mello Jorge Silveira, professor titular de Direito Penal da Faculdade de Direito da Universidade de S. Paulo, vice-diretor daquela instituição.
“O fim, que nunca justifica os meios, agora se equivoca também em suas premissas,” escreve o professor, num texto obrigatório, intitulado O Ilegítimo e o Ilegal, onde sustenta que as duas qualificações cabem à Lava Jato.
O professor mostra que as acusações contra empresários não se sustentam sem a cumplicidade de quem ouve o argumento, pois falam provas consistentes para sustentar o que se diz. Diz o professor que, para sustentar uma acusação contra executivos e sócios de empresas denunciadas, “basta afirmar que não tomaram “qualquer providência” no sentido de que impedir o resultado supostamente criminoso, o que já seria  ” indicativo do envolvimento da cúpula diretiva.”  Citando documentos da acusação, observa que chega-se a dizer que “parece inviável” que o esquema criminoso “fosse desconhecido pelos presidentes das duas empreiteiras”.
A suposição lastreada, em tese, no papel dos dirigentes presume um dever de vigilância que beira um Direito Penal da omissão, o qual se mostra para além do ilegítimo. Enfim, parece pretender-se utilizar, na busca de uma punição antecipada, recursos que, sozinhos, são carecedores de legitimidade.”

Brasil 247

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Política maranhense em notas

CPI da Saúde não tem volta
assembleiaDois deputados estaduais suaram frio e ainda tentaram retirar seus nomes da CPI da Saúde e convencer o presidente Humberto Coutinho (PDT) a dar algum “jeitinho”, o que não era mais possível tecnicamente. O presidente já disse que irá cumprir o rito legal e deixar a CPI acontecer atendendo a vontade de 29 parlamentares que assinaram. Antes do recesso parlamentar, o requerimento será lido e publicado para convocação dos membros. Logo depois do recesso, em agosto, a CPI inicia os trabalhos para investigar as irregularidades da gestão da Saúde estadual entre abril de 2009 e dezembro de 2014. A não ser que “boi voe”.
Denúncias já estão no Ministério Público
ricardoA secretaria estadual de Transparência e Controle já encaminhou ao Ministério Público os relatórios das auditorias já finalizadas e com provas consistentes sobre as irregularidades prontas para que seja pedido inquérito. A denúncia sobre o hospital fantasma de Rosário foram encaminhadas para o Ministério Público Estadual. Já a denúncia do hospital Carlos Macieira, com licitação dirigida, superfaturamento e aditivos irregulares foi enviada ao Ministério Público Federal, por ter recursos federais envolvidos. MPE e MPF já podem solicitar Ação de Improbidade com o material. A STC também já entregou as informações das irregularidades da secretaria de Meio Ambiente no contrato com a Tramyti e de fraudes no Portal da Transparência do governo.
Votação da LDO de São Luís
plenariocamaraA votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias de São Luís para 2016 será votada na próxima quarta-feira (15) encerrando os trabalhos legislativos no primeiro semestre. O relator, vereador José Joaquim (PSDB) já está com as emendas e tudo pronto para que a Casa vote as diretrizes, que foram discutidas em audiência pública na última quarta-feira (8). O orçamento municipal de 2016 deverá ser estabelecido de acordo com estas diretrizes. Após a votação, o parlamento entra em recesso e retorna às atividades dia 3 de agosto.
PMDB realiza convenção dia 23
robertocostaO presidente municipal do PMDB, deputado Roberto Costa, deverá ser reconduzido ao posto na convenção do partido, que será realizada dia 23 deste mês. O diretório do PMDB municipal é composto por 42 membros, dos quais, 35 são votos certos em Costa. A nova direção municipal do partido irá conduzir a legenda nas eleições de 2016. A prioridade dos peemdebistas é a candidatura de Roseana Sarney a prefeita de São Luís.
Câmara diz que encara candidatura
fabiocamaraA ex-governadora Roseana Sarney delimitou os nomes de Roberto Costa, Fábio Câmara e dela mesma como possíveis candidatos a prefeito de São Luís pelo PMDB. Como a própria Roseana não parece muito empolgada e Roberto Costa tende a ser candidato em Bacabal, sobraria para Fábio Câmara a possibilidade de candidatura própria. Questionado pelo editor do Blog se seria mesmo candidato e arriscaria ficar sem mandato, o vereador afirmou que se tiver oportunidade, será candidato a prefeito. “Ninguém acreditava que eu iria contrariar Ricardo [Murad] e seria candidato a deputado no ano passado. Então, eu já mostrei que aceito desafio”, afirmou.
“Andrea Murad” da Câmara Municipal
rosesalesA vereadora Rose Sales (PP) está tomando um caminho perigoso para suas relações na Câmara Municipal. Assim como a deputada Andrea faz na Assembleia, Rose confunde oposição ao Executivo com oposição aos colegas. Na ânsia de atacar a prefeitura, a oposicionista partiu para o ataque aos vereadores na sessão desta segunda-feira (13). Rose disse que a Câmara é “sucursal da prefeitura” e a Casa “se desrespeitou”. A vereadora ainda disse que o vereador Roberto Júnior (PSB) “quase nunca aparecia na Casa”. O presidente Astro de Ogum (PMN) reprimiu a vereadora pelo tom contra o poder do qual ela faz parte, pedindo respeito ao parlamento. “Cada vereador tem que cuidar do seu mandato e deixar que cada um responda pelo seu mandato junto á população”, repreendeu. A discussão foi muito ríspida.
blog Clodoaldo
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Gil Cutrim nunca teve e nunca terá intenção de melhorar São José de Ribamar… O município continua abandonado

9253Assim como o Blog do João Silva, o Blog do titico, também   vem mostrando a realidade do município de São José de Ribamar, a cidade está abandonada a Deus dará e o que parece que ninguém está nem ai para os problemas que não são poucos.
A cidade ainda conta com irmão do prefeito que é deputado, mas também não demonstra nenhuma ação para melhorar a vida dos ribamarenses.
Pelos corredores da assembleia legislativa ouvimos que o irmão do prefeito de Ribamar é um deputado “calango”, ou seja, só serve pra balançar a cabeça e aceitar as imposições, há outros que acham que ele não sabe nem o que é ser deputado e além de ser uma marionete do governo quem dita as ordens é o pai como acontece com outro deputado oriundo da cidade de Pedreira que recebeu verbas de emendas em sua conta pessoal, mas isso são cenas do próximo capítulo.
O prefeito em seus discursos prega uma cidade diferente, uma cidade em desenvolvimento, uma cidade em construção que para aqueles que não conhecem a real situação da cidade acha que ela é um canteiro de obras, mas na verdade o que se ver nas vias são buracos, esgoto a céu aberto, vias sem pavimentação e bairros com ruas interditadas sem nenhuma trafegabilidade que é o caso da Vila Kiola.
Blog João silva
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Órgãos abrem inscrições para 5 mil vagas

Pelo menos 10 órgãos abrem inscrições na segunda-feira (13) para 5.684 vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de todos os níveis de escolaridade.
saiba mais


Os salários chegam a R$ 15 mil no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). Somente na Liquigás Distribuidora são 4.625 vagas.

Exército

O Comando do Exército, por intermédio do Instituto Militar de Engenharia (IME), divulgou dois editais de concurso para um total de 98 vagas. São 70 vagas para Admissão ao Curso de Formação e Graduação de Oficiais da Ativa do Quadro de Engenheiros Militares e 28 para Admissão ao Curso de Formação e Graduação de Oficiais da Reserva do Quadro de Engenheiros Militares. As inscrições estarão abertas de 13 de julho a 1º de setembro pelo site www.ime.eb.br. O exame intelectual será realizado entre os dias 15 e 29 de outubro (veja a matéria completa).

Liquigás Distribuidora S.A

A Liquigás Distribuidora S.A divulgou edital de processo seletivo para 4.625 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. São 145 vagas imediatas e 4.480 para formação de cadastro de reserva. Os salários vão de R$ 1.057,36 a R$ 4.656,67. A seleção é pela Fundação Cesgranrio. As inscrições devem ser feitas de 15 de julho a 10 de agosto pelo site www.cesgranrio.org.br. A prova objetiva está prevista para o dia 20 de setembro (veja a matéria completa).

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG)

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) divulgou edital de concurso público para 80 vagas de analista de planejamento e orçamento. O salário é de R$ 15.003,70. A Escola de Administração Fazendária (Esaf) é a empresa responsável pela seleção. As inscrições devem ser feitas de 13 a 27 de julho pelo site www.esaf.fazenda.gov.br. As provas objetivas serão aplicadas na data provável de 4 de outubro (veja a matéria completa).

Prefeitura de Açucena (MG)

A Prefeitura de Açucena (MG) divulgou edital de processo seletivo para 97 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários vão de R$ 788 a R$ 10.000. Os candidatos podem se inscrever de 13 a 20 de julho pelo site www.rvcon.com.br. A seleção terá validade de 1 ano e poderá ser prorrogado (veja o edital no site da organizadora).


Prefeitura de Angelândia (MG)

A Prefeitura de Angelândia (MG) vai abrir um processo seletivo para 25 vagas de agente comunitário de saúde e agente endemias. Os candidatos devem ter nível médio de escolaridade. O salário é de R$ 1.014. As inscrições podem ser feitas de 13 a 24 de julho pelo site www.publicaconsultores.com.br. A prova objetiva está prevista para o dia 20 de agosto (veja o edital no site da organizadora).


Prefeitura de Astolfo Dutra (MG)

A Prefeitura de Astolfo Dutra (MG) fará concurso para 219 vagas em cargos de níveis fundamental, médio/técnico e superior. As remunerações vão de R$ 788 a R$ 9.500. As inscrições deve ser feitas pelo site www.idecan.org.br de 13 de julho a 14 de agosto. Todos os candidatos serão avaliados por meio de prova objetiva (veja o edital no site da organizadora).


Prefeitura de Francisco Santos (PI)

A Prefeitura de Francisco Santos (PI) divulgou edital de concurso para 61 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 1.600. As inscrições estarão abertas de 13 de julho a 19 de agosto pelo site www.instmachadodeassis.com.br. A prova objetiva está prevista para o dia 20 de setembro (veja o edital no site da organizadora).


Prefeitura de Nova Xavantina (MT)

A Prefeitura de Nova Xavantina (MT) vai abrir concurso público para 10 vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de níveis fundamental, médio e superior. Os salários chegam a R$ 4.733,79. As inscrições podem ser feitas de 13 de julho a 3 de agosto pelo site www.globalconcursos.com. A prova objetiva está prevista para o dia 6 de setembro (veja o edital no site da organizadora).


Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Ibiá (MG)

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Ibiá (MG) fará concurso para 9 vagas em cargos de níveis fundamental e técnico. Os salários variam de R$ 788 a R$ 1.590,08. As inscrições devem ser feitas de 13 de julho a 12 de agosto pelo site www.exameconsultores.com.br. Todos os candidatos serão avaliados por meio de prova objetiva (veja o edital no site da organizadora).


Serviço Municipal de Saneamento Básico de Unaí (MG)

O Serviço Municipal de Saneamento Básico de Unaí (MG) vai reabrir as inscrições do concurso público para 460 vagas em cargos de nível fundamental. São 10 vagas imediatas e 450 para formação de cadastro de reserva. Os salários vão de R$ 1.040 a R$ 1.820. As inscrições estarão abertas de 13 de julho a 27 de agosto pelo site www.quadrix.org.br. A prova objetiva está prevista para o dia 27 de setembro (veja o edital no site da organizadora).


G1 

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3 passos para se tornar um ninja da produtividade

Você sente que nunca tem horas suficientes no seu dia para fazer tudo o que você precisa? A boa notícia é que você não é o único com questões de produtividade. Não sei você, mas eu tenho um monte de pepinos para resolver. Eu costumava ter e-mails brotando igual mato na minha caixa de entrada, uma lista de tarefas quilométrica e aquelas ideias de negócios, uma delas que eu estive pensando em começar por fora há quatro anos, implorando pela minha atenção…

Ok, esse último eu ainda não consegui resolver, mas pelo menos eu melhorei na parte de controlar o monstro de duas cabeças dos e-mails e do gerenciamento de tarefas. E é assim que você também pode se tornar um ninja da produtividade:


Passo 1: mude a sua mentalidade


Esqueça a gestão do tempo e pense sobre o fluxo de trabalho (workflow) e gerenciamento de energia.


Temos 100 mil bilhões de neurônios, mas só podemos manter sete coisas na nossa cabeça ao mesmo tempo. Isso significa que você precisa tirar coisas da sua cabeça e colocá-las em um sistema. No Unreasonable Institute usamos o Asana, mas eu também adoro o Smartsheet para a gestão de projetos; também já usamos o Trello e até mesmo o velho e bom sistema de papel e caneta (apesar de eu achar que os perco mais facilmente).


Escolha um sistema e fique com ele.


Passo 2: lembre-se de que checar o e-mail não é o seu trabalho


Pode ser tentador dar uma olhada no seu e-mail à procura de coisas mais fáceis ou interessantes para fazer, mas isso só suga o tempo que você deveria estar dedicando a outras prioridades. Além disso, geralmente isso produz muito pouco em termos de resultados concretos. Então trabalhe na implantação das seguintes estratégias de gestão de e-mail:


Desligue as notificações


Aquelas coisas que aparecem no canto da tela são mais viciantes que crack e tão distrativas quanto, para terminar de fazer as coisas.


Verifique se o seu e-mail 3 vezes ao dia


Limite o número de vezes que você checa a sua caixa de entrada, assim você vai ser mais eficiente na hora de responder aos e-mails. Eu verifico o meu às 9h, às 12h e às 16h todos os dias.


Aqui está um desafio: tente reduzir isso a apenas uma vez por dia (isso ainda é ninja demais para mim, mas é aonde quero chegar!). E, a propósito, verificar seu e-mail constantemente é TOC (transtorno obsessivo compulsivo)!


Reduza sua caixa de entrada a zero todos os dias


O Email Game da Baydin é uma maneira divertida e rápida de fazer isso. Passe entre 15 e 30 minutos usando esse programa para garimpar os seus e-mails.


Avise as pessoas sobre os seus hábitos de e-mail


Por exemplo, adicione uma observação à sua assinatura dizendo: “Eu leio e-mails uma vez por dia. Se for urgente, me ligue!”


Só mande e-mails para quem realmente precisa vê-los


Isso significa reduzir o número de Cópias e Cópias Ocultas que você manda, afinal, da mesma forma, você não quer desperdiçar o tempo dos outros.


Use abreviaturas


Se você conseguir colocar toda a sua mensagem na linha de assunto, faça isso! E coloque EOM depois, o que significa end of message ou “fim da mensagem”.


Se o e-mail só traz informações de que os destinatários precisam saber, coloque PSC no final do seu e-mail, geralmente no corpo. Isso significa “para seu conhecimento” e indica que a pessoa não precisa responder.


Leia newsletters uma vez por semana


Crie uma pasta separada contendo todas as newsletters que você assina e não a abra até que você tenha tempo para se sentar e ler tudo.


Não use sua caixa de entrada como uma lista de afazeres


Quando você recebe um e-mail, tem as seguintes opções:


– Excluí-lo;

– Delegá-lo, ou seja, encaminhá-lo para outra pessoa para que ela lide com ele;

– Respondê-lo — se achar que isso levará menos de 2 minutos, faça-o imediatamente;

– Adiá-lo, isto é, colocá-lo na sua agenda para resolver mais tarde ou usar o ferramentas como o Boomerang para que o e-mail volte para a sua caixa de entrada mais tarde;

– Ou colocá-lo no seu sistema de gerenciamento de tarefas.


Passo 3: use estes truques


Use estes truques para resolver tudo de forma mais fácil:


Engula o sapo!


Isso significa fazer a coisa mais difícil primeiro. E também significa combinar o seu nível de energia com a demanda do trabalho. Eu sempre agendo minhas tarefas mais difíceis para os primeiros horários da manhã, pois é quando tenho energia suficiente para enfrentá-las, deixando as tarefas mais fáceis para a tarde.


Cronometre suas tarefa


Se a tarefa é difícil, você tem duas opções:


1. Ligue o cronômetro e trabalhe nela por um período específico de tempo;

2. Identifique uma tarefa e trabalhe nela por 10 minutos e faça uma pausa de 2 minutos; em seguida, fique em uma outra tarefa por 10 minutos e fala outra pausa de 2 minutos — faça isso por cinco vezes e você terá começado cinco grandes projetos. Ou você pode fazer isso com um único projeto.


Reduza seu tempo cinza


Seu tempo pode ser definido como branco, preto ou cinza. O branco se refere ao tempo passado com amigos e família, quando você está fazendo as atividades que não são relacionadas ao trabalho. O preto refere-se ao tempo passado trabalhando e resolvendo suas tarefas. E, por último, o cinza se refere ao tempo gasto entre os dois, o que deve ser evitado — trabalhar no seu laptop enquanto assiste à TV definitivamente é tempo cinza.


Sendo assim, escolha: você deve ou trabalhar ou assistir a TV — fazer os dois não é nem relaxante nem produtivo. Separe de forma clara o seu tempo e espaço entre vida profissional e a vida doméstica.


Configure os sistemas de comunicação


Isso é especialmente importante em um escritório aberto, porque é fácil ser interrompido ou interromper os outros. Para evitar que isso aconteça, definia limites sobre quando você está disponível e quando não está. Coloque os fones de ouvido ou invente uma maneira divertida de dizer “não perturbe” (por exemplo, usando um chapéu vermelho).


Trabalhe em etapas


Faça todos os seus calls, por exemplo, em conjunto, mesmo que estejam divididos entre projetos diferentes.


Agende uma “reunião para uma pessoa”


Reserve uma sala de reuniões para utilizar sozinho ou vá a um café e concentre-se no que você precisa fazer. Esse é seu tempo reservado para focar.


Organize as suas listas de tarefas pelo contexto delas


Por exemplo, suas listas podem ser divididas em: 1) Lista de calls; 2) lista de afazeres de casa; 3) lista de afazeres do trabalho; e 4) lista de e-mails para enviar.


Ligue o modo chefe


É tentador se sentir constantemente pressionado a “fazer”, mas, sendo da liderança, às vezes você precisa parar de fazer para pensar.


Tire um tempo (eu faço isso no final do dia ou durante a manhã) para olhar para o dia ou a semana anterior, rever projetos e ações e quebrar os grandes projetos em tarefas gerenciáveis ​​(por exemplo: se você está saindo de férias, pesquise online, verifique os preços, reserve e pague).


Saiba que você sempre vai ter mais para fazer do que você consegue


Você sempre terá mais demanda do que tempo, e você sempre vai querer colocar as mãos em tudo. Mas você não consegue fazer isso — ninguém consegue, mesmo que algumas pessoas pareçam poder. Por isso, trabalhe de forma eficiente, descanse bastante e tire um tempo para curtir. Já dizia James Howell: ““Trabalho sem diversão faz de Jack um bobalhão”.

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Sem limites: como profissionais superam deficiências e se destacam no mercado

Nascida no interior de Pernambuco, Joana Belarmino é filha de um casal de camponeses que teve ao todo 13 filhos, sete dos quais nascidos cegos, ela inclusa. Mas nada disso impediu que ela fosse criada e educada como qualquer outra criança. E, assim, Joana estudou, aprendeu por meio do braille e fez vestibular para Jornalismo, contrariando opiniões de diversas pessoas na época. “Educadores, pedagogos e as pessoas que lidavam com a questão da profissionalização diziam que seria muito difícil eu conseguir ser jornalista”, explica.
No entanto, ela formou-se pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e atuou em uma empresa do ramo por nove anos. “Foi um período muito difícil no jornal O Norte, porque na época, na década de 80, nem as pessoas que enxergam usavam o computador.
Era usada a máquina de escrever e eu fazia minhas coberturas com braille e gravador. Apesar de ter sido um período desafiante, foi muito produtivo. Fiz grandes reportagens e aprendi que a faculdade é o lugar em que você reflete sobre a prática, mas a redação lhe dá exatamente o que a faculdade não pode, que é a rotina, o fazer cotidiano”.
Após esse período, a profissional voltou a estudar, fez Mestrado, depois participou de um concurso e segue a carreira docente desde 1994 na própria UFPB, tendo concluído, em 2004, Doutorado pela PUC, em São Paulo. Joana faz parte de um grupo seleto, mas que vem aumentando nos âmbitos social e profissional: deficientes com carreiras de sucesso.
Alvo de segregação e marginalidade social históricas, esse segmento vem, literalmente, transpondo barreiras ao longo do tempo e hoje, ser deficiente deixou de ser sinônimo de incapacidade. No entanto, essa mudança de paradigma é recente. Os avanços relacionados a esses profissionais no mercado de trabalho só começaram a ocorrer a partir da década de 90, como o estabelecimento de cotas nas empresas. No Brasil, a lei previdenciária nº 8213/91 passou a obrigar que companhias com 100 ou mais funcionários tenham de 2% a 5% de seu quadro funcional formado por deficientes.
Essa legislação, segundo o sociólogo Leo Voigt, especialista em responsabilidade social, gerou uma revolução que abriu um mundo de oportunidades para os deficientes e gerou novos desafios para eles e para as companhias. “Tanto os ambientes de trabalho tiveram que se adaptar ao perfil dessa mão de obra, quanto esses trabalhadores tiveram que tentar adentrar em espaços antes inacessíveis”, destaca Voigt.

Desafios

Apesar desse esforço de ambos os lados, ainda há problemas com o cumprimento desta obrigatoriedade pelas companhias, que muitas vezes contratam pressionadas por fiscalizações, não confiam na capacidade desses profissionais ou não oferecem estruturas físicas que promovam a acessibilidade deles. Segundo Isabela D’Angelo, psicóloga e analista de RH da Proton Consultoria, essas organizações precisam se conscientizar de que a diversidade é benéfica para a sociedade e para o próprio profissional com deficiência. “O principal é quebrar barreiras físicas e atitudinais”, afirma.
No entanto, os desafios não se resumem à receptividade das empresas. Muitas organizações ainda têm dificuldades em encontrar profissionais qualificados para preencher totalmente as cotas, o que prova que ainda existe muito o que fazer. É preciso “que (as pessoas com deficiência) estudem, desenvolvam-se, briguem pelo direito à educação, transporte, exigindo do governo capacitação e facilitação de sua inserção no mercado”, declara Maria Lúcia Benhame, especialista em Direito Trabalhista.
Um desses casos em que houve busca pelo aperfeiçoamento é o de André Luís Macedo. Em 1995, um mergulho na praia em água rasa mudou completamente a vida dele, na época com 17 anos. O rapaz, que era estudante de nível médio, fraturou a cervical e ficou tetraplégico. Passou dois anos na reabilitação e após esse período, fez supletivo e prestou vestibular na área de Computação para a UERJ, onde estudou por quatro anos. “É uma outra realidade. Às vezes as provas eram em papel e eu fazia no computador. Mas consegui ir me adaptando e participando”, conta.
Depois de formado, foi em busca de emprego e encontrou barreiras de preconceito em empresas particulares, o que o fez optar pelo funcionalismo público, conseguindo ser aprovado em concurso da Petrobras para a área de Análise de Sistemas. “No mercado particular, a gente bate com a cara na porta mesmo. A única opção seriam os concursos públicos, já que temos a legislação que fala da cota e, para mim, foi a melhor saída”, explica.
E nem as adversidades impediram que André deixasse de praticar esportes. Há um ano ele e outros cadeirantes praticam o power soccer (futebol em cadeira de rodas motorizadas). “Eu soube do esporte por meio de atendimentos e, então, comecei a ir em busca de pessoas e começamos a colocar em prática”.
Objetivo: ser administradora

A prática de outras atividades, como esportes, dança e terapias, estimulam e possibilitam o desenvolvimento de habilidades físicas e motoras. E esse tipo de incentivo foi um aliado no caso da estudante de Administração pela Universidade Católica de Pelotas Thaís Pinheiro Cândia. Ao nascer, ela teve uma doença chamada kernicterus, um tipo de icterícia, que evoluiu após 24h a um estado de paralisia cerebral. Em decorrência, ela teve sequelas na parte da coordenação motora e audição. Diante disso, seus pais procuraram opiniões de vários neurologistas, que afirmaram que o desenvolvimento de Thaís dependeria do estímulo dado a ela.
Assim, a partir do incentivo de seus familiares, começaram os progressos. Aos 4 anos ela começou a andar e falar auxiliada por tratamentos de fisioterapia, hidroterapia e fonoaudiologia, além de ter aprendido leitura labial sozinha. Para se alfabetizar, sua mãe teve um papel fundamental. “Na primeira série a minha mãe colocava cartazes por todos os lados para que eu pudesse aprender a ler e a escrever”, conta.
Após passar por várias dificuldades no ensino fundamental e médio, com relação à falta de aparelhos auditivos e ao próprio preconceito de professores e colegas, ela fez vestibular para Administração na Universidade Católica de Pelotas e foi aprovada. Hoje, com 18 anos, está terminando o primeiro semestre. “Estou amando o curso e pretendo fazer um estágio na área neste semestre”, afirma.

É preciso uma rede de colaboração

Em sua vida como jornalista, Joana passou por situações em que as pessoas receavam que ela não conseguiria realizar uma matéria e até mesmo fontes que acreditavam que ela se ressentiria se falassem com outros jornalistas. “Esse tipo de preconceito está dentro da cultura, da sociedade, fica mais diluído”, afirma. Ela acredita que o maior preconceito é o institucional, pela falta de condições de trabalho para o deficiente exercer sua cidadania. No caso dela, esses obstáculos puderam ser superados com o apoio de uma rede de colaboração. “Os obstáculos são impostos pela falta de se pensar um modelo de cidadania que incorpore todas as pessoas, daí a importância dessa rede colaborativa”.
(Joana Belarmino – professora doutora em Comunicação e jornalista)

Constrangimentos infundados

Para André, o preconceito se deu mais na busca por oportunidades nas empresas privadas, onde o preconceito normalmente não é exacerbado, mas quando chegava o momento de se receber um feedback, vinha uma negativa. No entanto, o receio das empresas não condiz com sua atuação como profissional. “Na Petrobras realizo meu trabalho há 5 anos, já fui reconhecido com premiações internas. Se eu fosse incapaz, teria só entrado, ficado encostado, mas não é o que mostra a realidade. Tenho produzido muito aqui”, explica.
(André Luís Macedo – Analista se Sistemas da Petrobras)

Abrindo os olhos dos outros

“Eu sempre sofria preconceito, tanto por ser deficiente, quanto por me sair bem nas aulas”, afirma Thaís, que quando começou a cursar o primeiro ano do ensino médio, sofreu com atitudes de pessoas da escola. “Parecia que todos os professores não me conheciam e não me aceitavam apesar de eu estar no mesmo colégio há tanto tempo. Não fazia sentindo essa discriminação. Nem meus colegas ajudavam, por eu ser diferente”, relata a estudante, que acabou repetindo a série no mesmo colégio, o que mudou a atitude dos professores. “Isso começou a fazer com que eles se dessem conta de que eu tinha problemas e tenho até hoje”, desabafa.
(Thaís Pinheiro Cândia – estudante de Administração)
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