Bandidos se passam por ativista de direitos dos autistas para aplicar golpes em São Luís
Na última terça-feira de Carnaval, Poliana Gatinho, funcionária pública de 41 anos e ativista de causas de pessoas com deficiência, teve seu nome e imagem usados por um criminoso —ou uma quadrilha de 171s, como parece ser o caso— para aplicar golpes pelo WhatsApp. A descoberta só foi possível porque participantes de um grupo de apoio a…











